08/12/2016 às 09h38m


Marketing Pessoal: valorize sua marca

Certamente, você já ouviu falar em marketing pessoal, mas, não creio que tenha se convencido da importância de praticá-lo para ser bem-sucedido na vida. Por isso, apresentarei aqui alguns argumentos para você convencer-se da sua importância e dispor-se a praticá-lo imediatamente!

O primeiro passo consiste em mexer nos porões escuros da mente e jogar fora todas as suas crenças prejudiciais e destrutivas, como: 

- Dinheiro é sujo.
- Não dá pra ter tudo na vida.
- Quanto mais alto se sobe, maior é o tombo.
- É melhor ser pobre e honesto do que rico e desonesto.

Essas crenças negativas foram adquiridas lingüisticamente e, portanto, podem ser removidas também lingüisticamente. Basta querer e acreditar que afirmações positivas, declaradas com autoridade, podem ser colocadas no lugar das suas crenças negativas. 

O passo seguinte envolve autoconhecimento. Conhecendo-se, você identifica suas aptidões, talentos, fraquezas e medos, tornando-se consciente do seu ponto de partida. Nesse processo, seja realista. Olhe-se com o mesmo olhar crítico que você é capaz de lançar sobre outras pessoas. Olhe-se com isenção, sem ser muito duro nem muito complacente. Procure observar-se de fora, como se você fosse o outro. 

Por fim, descubra o que os outros pensam e falam sobre você. Mas, prepare-se, pois existe um verdadeiro abismo entre a imagem que fazemos de nós mesmos e a que os outros têm a nosso respeito. Faça os ajustes necessários para estabelecer uma congruência entre a sua auto-imagem e aquela que você projeta. Jogue limpo. Se não souber o que a outra pessoa pensa sobre você, pergunte! 

Feito isso, chegou a hora de traçar um plano de ação. Lembre-se: Marketing Pessoal é um processo de venda em que o "produto" é você. E para que os "clientes" o comprem, é preciso que você esteja comprometido consigo mesmo. Não basta uma boa embalagem. É preciso que o conteúdo seja autêntico! Você tem de acreditar em cada palavra que diz sobre si mesmo e sobre aquilo que diz que é capaz de fazer, pois se você não acreditar, dificilmente alguém acreditará.

Você sabe qual é o seu público-alvo? A quem interessa saber que você existe e que é bom em determinada atividade? Quem pagaria pela habilidade ou talento que você tem a oferecer? 

De acordo com a sua área de atuação profissional, é possível determinar um público-alvo, que deve ser cadastrado e mantido atualizado para que você possa colocar em prática uma política de relacionamento. Mas, mais importante que isso são os contatos pessoais que você pode fazer em congressos, cursos e outras atividades pertinentes à sua área de atuação. 

Quando se fala em cultivar relacionamentos, nunca é demais lembrar da Lei Paretto e concentrar-se nos 20% que poderão provocar uma melhora de 80% em sua vida! 

Como um "produto", você tem de conquistar clientes, e a interface mais importante de um produto com seus potenciais consumidores é a embalagem. No caso, sua embalagem é o seu modo de vestir-se, a sua postura pessoal e profissional, sua expressão corporal e o que você fala. Esse conjunto é a sua marca. Mantenha-se atento ao meio em que estiver inserido, procurando sempre estar adequado a ele, desenvolva suas habilidades de comunicação e mantenha-se sempre atualizado. Trabalhe para que a sua marca ocupe um lugar de destaque na mente daqueles com as quais você se relaciona, cuidando para que todo o conjunto seja harmonioso e, para que a embalagem e o conteúdo sejam congruentes! Caso contrário, o resultado pode ser devastador!


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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01/12/2016 às 13h42m


Riqueza traz riqueza. Progresso traz progresso.

Foi John Maynard Keynes, o mais importante economista da primeira metade do século XX, que mostrou ao mundo, pela primeira vez, que "riqueza traz riqueza e progresso traz progresso". Ele o fez com o que, hoje, é conhecido como multiplicador keynesiano.

Em toda a literatura econômica, J. M. Keynes e Karl Marx foram, talvez, os únicos homens a causar um efetivo impacto na economia mundial. As teorias keynesianas tiveram enorme influência na renovação das teorias econômicas clássicas e na reformulação da política de livre mercado.

Para que o ótimo global seja o somatório de ótimos locais, 
devemos ganhar (gerar riquezas) como capitalistas 
e gastar (fazer uso das riquezas) como socialistas. 

Multiplicador keynesiano — Dinheiro gera dinheiro

O girar do dinheiro de mão em mão produz a sua própria multiplicação. Em artigos anteriores ilustrei esse fato com uma dinâmica em que eu começava com uma nota de um real e a disposição para comprar algo. E no final, depois de várias negociações terem se realizado com aquela nota de um real, eu tinha o objeto inicialmente comprado com ela e, a custa de uma nova transação, ela voltava para as minhas mãos (se você não leu, solicite a reedição desse artigo).

Vamos nos aprofundar nesse assunto com um exemplo mais complexo. Para facilitar, oriente-se pela ilustração:

Imagine que o Banco Central, para aquecer a economia, resolve emitir R$ 200 milhões e comprar títulos do comprador 1. 

O comprador 1, que é um banco, recebe os R$ 200 milhões e os deposita. Após a dedução de 10% do depósito compulsório, que faz parte das regras bancárias, esse comprador 1 passa a ter R$ 180 milhões disponíveis para emprestar aos seus clientes.

Um desses clientes, o cliente 2, solicita ao banco um empréstimo de R$ 200 mil, que é depositado em uma conta bancária. O banco em que esse dinheiro foi depositado, após a dedução do depósito compulsório, fica com R$ 180 mil disponíveis para empréstimo. 

Um cliente desse banco solicita um empréstimo de R$ 20 mil e os deposita em outro banco que, após a dedução do compulsório, fica com R$ 18 mil para emprestar. Até agora foram movimentados R$ 380.198.000,00 a partir dos R$ 200 milhões iniciais.

Essa movimentação faz girar mais rapidamente a roda da abundância. 


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24/11/2016 às 20h29m


Leis da riqueza — Investir (Parte III)

O que você ainda não fez, mas que, se fizesse, teria um impacto positivo na sua vida financeira? Talvez esteja na hora de escolher um tipo de investimento em que aplicar o seu dinheiro. Conheça, neste artigo, um pouco sobre os quatro investimentos mais comuns do mercado. 

Os quatro investimentos mais comuns do mercado

1. Caderneta de Poupança
Em geral, é o investimento preferido pelo pequeno investidor. Tradicionalmente conhecido como sinônimo de economizar, aplicar em Caderneta de Poupança não requer nenhum conhecimento prévio de investimento, mas tem a inflexibilidade do prazo fixo. Se o investidor sacar antes de trinta dias, perde o rendimento do período.

A melhor maneira de investir na Caderneta de Poupança é ter a disciplina de fazer depósitos mensais. Como diz o ditado, "de grão em grão, a galinha enche o papo".

2. Fundos Mútuos de Investimento
Um pouco mais complexo, esse tipo de investimento exige um administrador para decidir que tipos de ativos o fundo deve adquirir. É um investimento atrativo, pois a diversificação é automática, o que gera mais segurança. 

Se você nunca investiu em Fundos Mútuos, talvez necessite da orientação de um consultor financeiro. As aplicações nesses fundos podem ser feitas a partir de valores relativamente baixos, facilitando a participação de pequenos investidores. As instituições financeiras costumam prestar as orientações necessárias.

3. Imóveis
O segredo de investir em imóveis está em fazer uma boa compra. Se você tiver tempo para "garimpar" oportunidades, vale a pena. A localização do imóvel é fator crucial na compra para a sua valorização.

A pior casa bem localizada, tende a valorizar-se muito
mais que a melhor casa mal localizada.

A segurança do investimento, de modo geral, é alta com rentabilidade e liquidez baixas. Se usar o imóvel para alugar, o investidor poderá obter, mensalmente, entre 0,8% a 1,2% do seu valor. Isso se aplica a todos os tipos de imóveis: comerciais, industriais, residenciais e rurais.

Existem alguns riscos embutidos no investimento imobiliário, tais como desvalorização pela obsolescência, depreciação pelo uso, as tendências de mercado que não se sustentam (chamadas booms imobiliários), etc. 

4. Ações
Se você quer investir em ações, é melhor procurar um consultor financeiro que entenda desse mercado. Comprar ações é apropriar-se de parte de uma empresa, com ou sem direito a voto na assembléia dos acionistas, dependendo do tipo de ações adquiridas: ações ordinárias dão direito a voto; e ações preferenciais, não.

A rentabilidade desse investimento é muito variável e imprevisível; a segurança costuma ser baixa e a liquidez é relativa. É o tipo de investimento que deve ser realizado tendo o longo prazo em mente.

Começar algo, como investir, por exemplo, nem sempre é tão fácil quanto parece. Quando começamos, estamos apenas dizendo para nós mesmos que é pra valer. Sem começo, não existe meio ou fim. 

Afirmação para a Lei do Economizar (escreva-a três vezes, durante 21 dias): 
Todos os meus investimentos são rentáveis.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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16/11/2016 às 11h03m


Leis da riqueza — Investir (Parte II)

Estilo pessoal de investir

Cada um tem um estilo na hora de fazer investimentos. Você precisa descobrir qual é o seu.

Os investidores pertencem a três estilos: conservador, regrado e ousado.

• O conservador coloca a segurança do seu dinheiro em primeiro lugar, mesmo que isso represente rentabilidade e liquidez menores.
• O investidor regrado opta pelo equilíbrio entre as três características dos in-vestimentos: não se arrisca muito nem sacrifica muito a rentabilidade e a liquidez do seu capital.
• O ousado quer ver o seu dinheiro crescer, e rapidamente. Sabe que os investimentos que podem lhe dar esse retorno são de alto risco, mas ele gosta de viver perigo-samente e, portanto, arrisca-se.  

Qualquer que seja o seu perfil, diversifique sempre os seus investimentos. Assim você não corre o risco de colocar todos os ovos em uma mesma cesta, pois alguém pode levá-la e você ficar sem ovos.

Para ser bem-sucedido, um investidor não precisa ter muito dinheiro; no entanto, deve saber como investi-lo. 

Especialistas em investimentos

Se você quer consertar seu relógio, não o leve para o seu alfaiate. Por outro lado, se quiser fazer um terno sob medida, não procure uma relojoaria, e sim uma alfaiataria.

Se você quer investir seu dinheiro e não sabe como fazê-lo, é melhor procurar um profissional nesse assunto.

Efetivamente, não há como alguém ter domínio absoluto sobre situações tão instáveis e imprevisíveis como as que atingem, por exemplo, o mercado financeiro. Entretanto, a maioria das pessoas necessita encontrar um especialista em investimentos. Especialistas em investimentos são pessoas que fazem isso todos os dias, 52 semanas por ano. Eles podem ser classificados em três grupos:

INGÊNUOS: Não sabem que não sabem sobre o comportamento do mercado, mas pensam que sabem.
ESPERTOS: Não sabem sobre o comportamento do mercado, mas fazem de conta que sabem e se aventuram a orientar os investimentos de outras pessoas.
SENSATOS: Sabem que não é possível saber tudo sobre o comportamento do mercado e, por isso, não prometem milagres e loterias.

O tempo é o melhor de todos os mestres

O mercado financeiro é imprevisível. Das poucas certezas que se pode ter nesse mercado, uma delas é que, se você mantiver um grande número de ações diversificadas, por um longo período de tempo, terá maior probabilidade de obter com elas um rendimento superior a outros investimentos. E a outra é que, se as ações, no curto prazo, sofrem com as oscilações aleatórias do mercado, no longo prazo, elas tendem a subir. Resumindo:

Você terá rentabilidade alta se, durante décadas, puder manter uma carteira de ações diversificadas.

Acredite! Isso é praticamente tudo o que se tem como certo no mercado financeiro. 

Para movimentar-se em uma terra que ninguém sabe ao certo se o norte de hoje continuará sendo o norte de amanhã, você precisa agir com muita cautela e procurar aconselhar-se com quem entende do assunto mais do que você.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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11/11/2016 às 13h39m


Leis da riqueza — Investir (Parte I)

Investir
Investir é gastar o seu capital em seu nome, com o propósito de aumentar a sua receita mais do que o depósito em uma conta corrente poderia lhe render. 

A variedade de investimentos disponíveis é grande e a seleção depende do estilo de cada investidor. Mas é preciso diversificar para diminuir o risco.

Você pode escolher caderneta de poupança, fundos de investimento, imóveis, ações, títulos públicos, títulos de capitalização, commodities, moedas, derivativos (índices, contratos futuros, etc.), investimentos no exterior por meio de fundos específicos, dentre outros.

A base de todo investimento
Que quer investir deve se orientar pelas três características básicas dos investimentos e pelo seu estilo pessoal como investidor. As características básicas são:

Rentabilidade: Qual será o ganho da aplicação.
Segurança: Qual o grau de risco ou de incerteza oferecido pela aplicação.
Liquidez: Qual o prazo para obter os rendimentos ou para resgatar a aplicação, se necessário.

Quando se obtém maior rentabilidade
A rentabilidade de um investimento está diretamente vinculada à sua segurança e liquidez, em uma ordem inversamente proporcional.

Em geral, ninguém se arrisca em troca de nada, e correr riscos depende sempre do que se tiver a ganhar. 

Investimentos de alta rentabilidade, geralmente, oferecem uma margem de segurança reduzida. 

Correr o risco ou não depende muito do quanto se tiver para investir, de quanto será destinado ao investimento e do perfil do investidor. 

Por quanto mais tempo o dinheiro ficar indisponível, maior deverá ser a rentabilidade oferecida pelo investimento. Nesse aspecto, o que pesa na decisão do investidor não é o montante a ser investido nem a sua ousadia para enfrentar os riscos do mercado, mas, sim, a sua previsão de utilização do dinheiro. De acordo com isso, o investidor poderá escolher entre investimentos que necessitem indisponibilizar o dinheiro por longo, médio ou curtos prazos, com rendimentos respectivamente decrescentes, ou poderá, ainda, escolher um investimento com alta liquidez.

Curto prazo e alta liquidez
A princípio, parece que estamos falando da mesma coisa. Teoricamente, um investimento de curto prazo tem alta liquidez, pois o dinheiro fica indisponível por pouco tempo, podendo ser resgatado de acordo com a necessidade. Mas as condições de um e de outro são diferentes e o investidor não pode ter idéias equivocadas a esse respeito. Observe:

Curto prazo
Investimentos de curto prazo são aqueles em que o dinheiro fica indisponível por um curto período de tempo. Durante o período contratado não se pode resgatar o investimento.

Alta liquidez
Os investimentos de alta liquidez não têm todos as mesmas características. Ações, por exemplo, podem ser uma péssima opção para quem necessite de recursos a curto prazo, uma vez que o momento em que se precisa do dinheiro nem sempre é o ideal para a venda das ações e o resgate do investimento. 

O investimento em ações pode ser de alta rentabilidade, desde que não se precise resgatá-las quando o mercado estiver em baixa para aquelas ações. A caderneta de poupança, por sua vez, também tem alta liquidez (basta ir ao caixa e sacar a quantia depositada), mas a rentabilidade mensal é baixa, podendo até ser menor do que a inflação do mês.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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03/11/2016 às 20h50m


O milagre da multiplicação

A natureza é multiplicadora por excelência. Uma pequena semente de carvalho em um solo fértil se transforma em uma árvore frondosa, beneficiando a todos que dela se aproximarem.

O poder da multiplicação é um forte aliado na geração de riquezas.

Aproveite muito bem a leitura deste artigo. Nele, não há teorias a serem compreendidas. Há apenas uma ilustração cuja essência, estou certo, ficará gravada na sua mente e o ajudará a modificar muitas de suas crenças sobre dinheiro.

Imagine-se participando do meu curso Prosperidade: abundância ao seu alcance. Eu tiro uma nota de um real da minha carteira e anuncio: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo. Pode ser um objeto, uma informação, um serviço, divertimento... O que vocês têm a me oferecer?

Um dos participantes me oferece um lápis por um real e eu aceito comprá-lo. Eu fico com o lápis e o participante com a nota de um real. Agora, ele anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Alguém se oferece para fazer-lhe uma massagem nos pés (reflexologia) durante três minutos por um real. O participante aceita e a transação se concretiza. O massagista, agora com um real em mãos, anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Um jovem participante diz que tem uma piada para vender. O massagista gosta da idéia e lhe dá a nota de um real. O jovem conta a piada, todos riem, e ele anuncia:

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Alguém se levanta e diz que fez uma recente pesquisa cinematográfica e se dispõe a revelar os nomes dos três melhores filmes da década por um real. O jovem concorda. Todos ficam sabendo os nomes dos três melhores filmes da década e o dinheiro, mais uma vez, troca de mãos. E o pesquisador de filmes anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Desta vez, eu, facilitador do curso, digo que tenho a explicação de como esse jogo funciona e estou disposto a revelá-la por um real. O pesquisador me passa a nota de um real e eu, então, explico.

Agora, pare de imaginar e veja o que aconteceu: no final do jogo eu tinha o lápis, que havia comprado com a minha nota de um real, e a nota de um real estava de volta às minhas mãos. Várias transações aconteceram: objetos mudaram de mãos, informação foi transmitida, houve prestação de serviços, coisas foram aprendidas e houve, também, diversão. Mas o que aconteceu mesmo foi a mais simples demonstração que se pode dar de que "todo centavo gasto volta às nossas mãos multiplicado, seja em dinheiro ou em outra forma de recompensa".

Essa é, talvez, a forma mais fácil de compreender como o Multiplicador Keynesiano pode ser aplicado ao nosso dia-a-dia.

Coincidência ou não, conta a Bíblia que um dos milagres de Jesus Cristo foi o da multiplicação: com cinco pães e dois peixes, ele deu de comer a mais de cinco mil pessoas. (Mateus, 14:13-21)


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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26/10/2016 às 19h25m


Leis da riqueza — Economizar (Parte II)

Noções básicas para economizar

Fazer economia não quer dizer gastar o necessário e guardar o que sobra. Você também pratica economia gastando dinheiro. A diferença é que, para isso, você precisa gastar mais naquilo que gera dinheiro e menos no que pode lhe trazer mais despesa.

Quando você ouve falar em ativo e passivo, o conceito que está por trás é este: o de colocar e de tirar dinheiro do seu bolso.

Se você gasta o seu dinheiro comprando um galpão em uma área industrial e o aluga para depósito de papel de uma gráfica, por exemplo, você adquiriu um ativo. Quer ver as vantagens?

1. Todo mês aquele imóvel vai colocar dinheiro no seu bolso.
 
2. Você não terá despesas com a conservação do imóvel: problemas sérios, como umidade, por exemplo, serão resolvidos pelo locador, em benefício do ativo dele (o papel) que lá estará armazenado. 

3. Seu imóvel não se deteriorará, afinal, o locador o manterá bem conservado.

4. E, finalmente, imóveis em áreas industriais sofrem menos com a depreciação, que decorre basicamente de fatores externos. Por exemplo: quando o comércio invade uma área residencial, todos os imóveis localizados nela sofrem uma depreciação. Uma ocorrência dessa natureza dificilmente atinge um imóvel industrial.

Agora, quer ver o que é um passivo? Então, pegue o seu dinheiro e compre um barco! Você vai ter tanta despesa com ele que nem vale a pena enumerar.

Cultura versus ignorância financeira.

A diferença entre pessoas que têm cultura financeira e pessoas que não a têm (independentemente de terem ou não muito dinheiro) é a forma como lidam com ativos e passivos. Uma pessoa financeiramente culta adquire ativos. A outra pensa que o faz, quando, na verdade, está comprando despesas e obrigações.

Cultura financeira não se aprende na escola. Como disse Soichiro Honda, "com um ingresso de cinema, podemos entrar em uma sala de projeção e passar momentos agradáveis; com um diploma, entretanto, nunca estaremos certos de poder entrar na vida."

Afirmação para a Lei do Economizar (escreva-a três vezes, durante 21 dias: 

Uma parte do meu ganho é meu, para guardar.

Autor: Dr. Lair Ribeiro

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18/10/2016 às 11h11m


Leis da riqueza — Gastar (Parte I)

A matemática governa o mundo, inclusive nossa vida financeira. Quando nos falta agilidade para pensar matematicamente, encontramos dificuldade, inclusive, para enfrentar as situações do dia-a-dia. 

Os rituais da riqueza
Para Tod Barnhart, consultor financeiro e autor bem-sucedido na mesma área, existem cinco rituais da riqueza: 

1. Pague a si mesmo em primeiro lugar.

2. Faça o que gosta e o dinheiro virá.

3. Planeje e o mapa se transformará em território.

4. O dinheiro flui para onde ele é mais bem-cuidado.

5. É dando que se recebe. Doar e receber são os dois lados da mesma moeda.

Você sabe gastar?
A maioria das pessoas dirá que sabe e que para gastar, basta ter dinheiro! Se você pensa assim, precisará pensar diferente, caso queira viver bem financeiramente. 

Gastar, assim como ganhar dinheiro, não se aprende na escola. Por sinal, é nos bancos escolares que uma série de conceitos equivocados sobre o assunto podem ser reforçados.

Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo tem passado, estranhamente, as noções sobre dinheiro e como obtê-lo têm se modificado muito pouco. O motivo disso é que tais noções se perpetuam pelos conselhos que são transmitidos de pais para filhos, sucessivamente. Então, quem sabe ganhar dinheiro sabe ensinar os seus sobre o assunto. Já quem não sabe é porque nunca teve sábios conselhos e, conseqüentemente, continuará transmitindo conselhos que não foram de muita serventia.

Em geral, os pais costumam repassar à escola a responsabilidade pelo sucesso financeiro de seus filhos. É na escola, pensam eles, que seus filhos aprenderão uma profissão, na qual trabalharão muito e poderão ganhar muito dinheiro. Por causa disso, as famílias pouco falam de dinheiro, exceto para reclamar da falta dele. No entanto, não é isso o que as pessoas abastadas fazem. Quem sabe ganhar dinheiro e valoriza essa habilidade, sem conceitos falsos ou preconcebidos, fala abertamente sobre dinheiro com seus filhos, complementando-lhes a educação acadêmica com a educação financeira.

Algum dia na vida, já ouvimos de nossos pais, tios, avós ou de alguma pessoa mais velha da família que, se quiséssemos ficar ricos, teríamos de trabalhar muito e estudar muito. 

A relação entre trabalhar muito, estudar muito e riqueza é meramente casual.

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: dinheiro, rico, milionário, finanças


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11/10/2016 às 09h59m


Leis da riqueza — Ganhar (Parte III)

Do pensamento de preocupação para o de geração de dinheiro

Tenho um exercício muito interessante para você. Primeiro, substitua a preocupação com problemas financeiros, o que, convenhamos, não ajuda a resolvê-los, por energia vital, que é geradora de dinheiro. Em seguida, gere cinco idéias que possam dar-lhe um lucro de R$ 1,00 cada uma. Interrompa a leitura por alguns instantes e concentre-se nas idéias:

imagePronto? Agora, você vai concentrar-se e gerar cinco idéias que possam lhe dar um lucro de R$ 100,00 cada uma. Mais uma vez, pare de ler e trabalhe nas idéias.

Você foi capaz de gerá-las? Muito bem! Então, responda-me: 
— Foi mais difícil gerar idéias de R$ 100,00 do que de R$ 1,00?
Creio que não. Estou certo?

Sabe o que isso significa? Significa que você pode multiplicar cem vezes o seu ganho pessoal, modificando a qualidade das suas idéias, sem grandes esforços!

Se gerar idéias de R$ 1,00 tem o mesmo nível de dificuldade que gerar idéias de R$ 100,00, por que você insiste em ganhar menos? Freud, seguramente, lhe daria a razão inconsciente para essa atitude incompreensível.

Preocupação não resolve problema financeiro. Criatividade, sim, o resolve.

O poder da imaginação
Desta vez, você vai compreender de uma vez por todas o poder da imaginação e a capacidade que uma visualização bem-feita tem para modificar a realidade. E não é só isso: você chegará a essa conclusão por si mesmo. Eu só vou ajudá-lo.
 
Proponho-lhe um exercício que deve ser feito durante 21 dias (cinco minutos por dia), de preferência à noite, antes de dormir, para que a sua mente fique ruminando a imagem visualizada durante toda a noite.

Quero que, por 21 dias, você visualize o seguinte:

Você foi acometido de uma enfermidade debilitante que o impede de andar, mastigar, falar, etc. Imagine que o seu problema piora a cada dia até que você fica paralisado do pescoço para baixo, precisando, inclusive, respirar por meio de um respirador artificial. 

Importante: Mantenha uma música fúnebre como fundo, durante toda a visualização.

Você está disposto a fazer o exercício?

Com toda certeza, você achou a minha proposta absurda. Estou certo de que não faria o que lhe pedi porque, consciente ou inconscientemente, sabe que isso pode trazer danos irreparáveis à sua vida, não é verdade?

Então, me responda: se uma visualização negativa pode causar danos irreparáveis à sua vida, por que uma visualização positiva não pode proporcionar transformações formidáveis? Por que, quando lhe é sugerido visualizar coisas boas, você tem dificuldade em acreditar que funcione? 

O mecanismo e o poder da imaginação são os mesmos, qualquer que seja o conteúdo da visualização. Quando uma imaginação é bem-feita, o cérebro não distingue se aquilo é real ou, apenas, imaginação. Portanto, adote o hábito de imaginar-se, agora, financeiramente independente no futuro.

Afirmação para a Lei do Ganhar (escreva-a três vezes, durante 21 dias): 

Eu mereço ser próspero.

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: riqueza, ganhar dinheiro, ficar rico


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03/10/2016 às 11h02m - Atualizado 03/10/2016 às 11h05m


Leis da riqueza — Ganhar (Parte II)

Como desenvolver estruturas financeiras sólidas e duráveis

Para desenvolver estruturas financeiras sólidas e estáveis, em primeiro lugar, você precisa desenvolver um novo modo de pensar, baseado no paradigma da abundância universal.

O Universo é um lugar potencialmente abundante e Deus quer o melhor para os seus filhos: evolução e abundância. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas recebe como herança familiar o pensamento de escassez. Assim, seguem a vida pensando que, no mundo, não há o bastante para todos. E, como se trata da maioria, a sociedade torna-se cada vez mais competitiva, com pessoas defendendo com unhas e dentes seus bens materiais e estabelecendo prioridades equivocadas, nas quais o menos importante passa a ter mais importância.

Aprenda a priorizar
Imagine que você precisa colocar cinco pedras grandes em um recipiente cheio de pedregulhos. Essas cinco pedras grandes representam as cinco áreas mais importantes da sua vida: saúde (S), finanças (F), relacionamentos (R), espitirualidade (E) e vida profissional (P).

Se tentar acomodar as pedras sobre os pedregulhos, não conseguirá fechar o recipiente; mas se você pegar um recipiente vazio (novo paradigma) e colocar as pedras grandes primeiro, terá espaço de sobra para colocar os pedregulhos e conseguirá fechar o recipiente sem problemas. E ainda conseguirá colocar uma boa porção de água entre as pedras e os pedregulhos, e fechar o recipiente!
Na Matemática, a ordem dos fatores não altera o produto; mas, na vida, altera. Se você executar primeiro as atividades prioritárias, terá tempo para as pequenas coisas. O contrário, porém, não é verdadeiro.
 
Tente arrumar o porta-malas de um carro começando por acomodar a bagagem de mão no seu interior e, provavelmente, terá de levar a mala de roupas no assento traseiro.

É fundamental estabelecer as prioridades certas e executá-las na ordem de importância. 

Pense diferente
Mude o seu modo de pensar e você mudará as suas prioridades. Isso modificará a sua forma de lidar com o dinheiro e, principalmente, a sua forma de investi-lo, para que ele passe a trabalhar para você, e não o contrário.

Ter e usufruir de bens materiais não é pecado. Pecado é apegar-se à matéria. Caixão não tem gaveta e mortalha não tem bolso. Quando formos embora deste planeta, tudo o mais ficará aqui, menos a nossa evolução de consciência.

Características do pensamento
Os pensamentos têm a capacidade de expandir crenças que, em geral, se autoperpetuam, aumentando a sua área de influência. Mas os pensamentos também têm a característica de perenicidade: eles permanecem em nossa mente por indeterminado tempo, caso não sejam repensados ou alterados. E eles também têm poder criativo. Tudo no universo físico foi, um dia, um pensamento seu, de outra pessoa ou do Divino Criador. Mude seus pensamentos em relação ao dinheiro e a sua vida financeira mudará também.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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Perfil

Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.
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