18/10/2016 às 11h11m


Leis da riqueza — Gastar (Parte I)

A matemática governa o mundo, inclusive nossa vida financeira. Quando nos falta agilidade para pensar matematicamente, encontramos dificuldade, inclusive, para enfrentar as situações do dia-a-dia. 

Os rituais da riqueza
Para Tod Barnhart, consultor financeiro e autor bem-sucedido na mesma área, existem cinco rituais da riqueza: 

1. Pague a si mesmo em primeiro lugar.

2. Faça o que gosta e o dinheiro virá.

3. Planeje e o mapa se transformará em território.

4. O dinheiro flui para onde ele é mais bem-cuidado.

5. É dando que se recebe. Doar e receber são os dois lados da mesma moeda.

Você sabe gastar?
A maioria das pessoas dirá que sabe e que para gastar, basta ter dinheiro! Se você pensa assim, precisará pensar diferente, caso queira viver bem financeiramente. 

Gastar, assim como ganhar dinheiro, não se aprende na escola. Por sinal, é nos bancos escolares que uma série de conceitos equivocados sobre o assunto podem ser reforçados.

Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo tem passado, estranhamente, as noções sobre dinheiro e como obtê-lo têm se modificado muito pouco. O motivo disso é que tais noções se perpetuam pelos conselhos que são transmitidos de pais para filhos, sucessivamente. Então, quem sabe ganhar dinheiro sabe ensinar os seus sobre o assunto. Já quem não sabe é porque nunca teve sábios conselhos e, conseqüentemente, continuará transmitindo conselhos que não foram de muita serventia.

Em geral, os pais costumam repassar à escola a responsabilidade pelo sucesso financeiro de seus filhos. É na escola, pensam eles, que seus filhos aprenderão uma profissão, na qual trabalharão muito e poderão ganhar muito dinheiro. Por causa disso, as famílias pouco falam de dinheiro, exceto para reclamar da falta dele. No entanto, não é isso o que as pessoas abastadas fazem. Quem sabe ganhar dinheiro e valoriza essa habilidade, sem conceitos falsos ou preconcebidos, fala abertamente sobre dinheiro com seus filhos, complementando-lhes a educação acadêmica com a educação financeira.

Algum dia na vida, já ouvimos de nossos pais, tios, avós ou de alguma pessoa mais velha da família que, se quiséssemos ficar ricos, teríamos de trabalhar muito e estudar muito. 

A relação entre trabalhar muito, estudar muito e riqueza é meramente casual.

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: dinheiro, rico, milionário, finanças


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11/10/2016 às 09h59m


Leis da riqueza — Ganhar (Parte III)

Do pensamento de preocupação para o de geração de dinheiro

Tenho um exercício muito interessante para você. Primeiro, substitua a preocupação com problemas financeiros, o que, convenhamos, não ajuda a resolvê-los, por energia vital, que é geradora de dinheiro. Em seguida, gere cinco idéias que possam dar-lhe um lucro de R$ 1,00 cada uma. Interrompa a leitura por alguns instantes e concentre-se nas idéias:

imagePronto? Agora, você vai concentrar-se e gerar cinco idéias que possam lhe dar um lucro de R$ 100,00 cada uma. Mais uma vez, pare de ler e trabalhe nas idéias.

Você foi capaz de gerá-las? Muito bem! Então, responda-me: 
— Foi mais difícil gerar idéias de R$ 100,00 do que de R$ 1,00?
Creio que não. Estou certo?

Sabe o que isso significa? Significa que você pode multiplicar cem vezes o seu ganho pessoal, modificando a qualidade das suas idéias, sem grandes esforços!

Se gerar idéias de R$ 1,00 tem o mesmo nível de dificuldade que gerar idéias de R$ 100,00, por que você insiste em ganhar menos? Freud, seguramente, lhe daria a razão inconsciente para essa atitude incompreensível.

Preocupação não resolve problema financeiro. Criatividade, sim, o resolve.

O poder da imaginação
Desta vez, você vai compreender de uma vez por todas o poder da imaginação e a capacidade que uma visualização bem-feita tem para modificar a realidade. E não é só isso: você chegará a essa conclusão por si mesmo. Eu só vou ajudá-lo.
 
Proponho-lhe um exercício que deve ser feito durante 21 dias (cinco minutos por dia), de preferência à noite, antes de dormir, para que a sua mente fique ruminando a imagem visualizada durante toda a noite.

Quero que, por 21 dias, você visualize o seguinte:

Você foi acometido de uma enfermidade debilitante que o impede de andar, mastigar, falar, etc. Imagine que o seu problema piora a cada dia até que você fica paralisado do pescoço para baixo, precisando, inclusive, respirar por meio de um respirador artificial. 

Importante: Mantenha uma música fúnebre como fundo, durante toda a visualização.

Você está disposto a fazer o exercício?

Com toda certeza, você achou a minha proposta absurda. Estou certo de que não faria o que lhe pedi porque, consciente ou inconscientemente, sabe que isso pode trazer danos irreparáveis à sua vida, não é verdade?

Então, me responda: se uma visualização negativa pode causar danos irreparáveis à sua vida, por que uma visualização positiva não pode proporcionar transformações formidáveis? Por que, quando lhe é sugerido visualizar coisas boas, você tem dificuldade em acreditar que funcione? 

O mecanismo e o poder da imaginação são os mesmos, qualquer que seja o conteúdo da visualização. Quando uma imaginação é bem-feita, o cérebro não distingue se aquilo é real ou, apenas, imaginação. Portanto, adote o hábito de imaginar-se, agora, financeiramente independente no futuro.

Afirmação para a Lei do Ganhar (escreva-a três vezes, durante 21 dias): 

Eu mereço ser próspero.

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: riqueza, ganhar dinheiro, ficar rico


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03/10/2016 às 11h02m - Atualizado 03/10/2016 às 11h05m


Leis da riqueza — Ganhar (Parte II)

Como desenvolver estruturas financeiras sólidas e duráveis

Para desenvolver estruturas financeiras sólidas e estáveis, em primeiro lugar, você precisa desenvolver um novo modo de pensar, baseado no paradigma da abundância universal.

O Universo é um lugar potencialmente abundante e Deus quer o melhor para os seus filhos: evolução e abundância. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas recebe como herança familiar o pensamento de escassez. Assim, seguem a vida pensando que, no mundo, não há o bastante para todos. E, como se trata da maioria, a sociedade torna-se cada vez mais competitiva, com pessoas defendendo com unhas e dentes seus bens materiais e estabelecendo prioridades equivocadas, nas quais o menos importante passa a ter mais importância.

Aprenda a priorizar
Imagine que você precisa colocar cinco pedras grandes em um recipiente cheio de pedregulhos. Essas cinco pedras grandes representam as cinco áreas mais importantes da sua vida: saúde (S), finanças (F), relacionamentos (R), espitirualidade (E) e vida profissional (P).

Se tentar acomodar as pedras sobre os pedregulhos, não conseguirá fechar o recipiente; mas se você pegar um recipiente vazio (novo paradigma) e colocar as pedras grandes primeiro, terá espaço de sobra para colocar os pedregulhos e conseguirá fechar o recipiente sem problemas. E ainda conseguirá colocar uma boa porção de água entre as pedras e os pedregulhos, e fechar o recipiente!
Na Matemática, a ordem dos fatores não altera o produto; mas, na vida, altera. Se você executar primeiro as atividades prioritárias, terá tempo para as pequenas coisas. O contrário, porém, não é verdadeiro.
 
Tente arrumar o porta-malas de um carro começando por acomodar a bagagem de mão no seu interior e, provavelmente, terá de levar a mala de roupas no assento traseiro.

É fundamental estabelecer as prioridades certas e executá-las na ordem de importância. 

Pense diferente
Mude o seu modo de pensar e você mudará as suas prioridades. Isso modificará a sua forma de lidar com o dinheiro e, principalmente, a sua forma de investi-lo, para que ele passe a trabalhar para você, e não o contrário.

Ter e usufruir de bens materiais não é pecado. Pecado é apegar-se à matéria. Caixão não tem gaveta e mortalha não tem bolso. Quando formos embora deste planeta, tudo o mais ficará aqui, menos a nossa evolução de consciência.

Características do pensamento
Os pensamentos têm a capacidade de expandir crenças que, em geral, se autoperpetuam, aumentando a sua área de influência. Mas os pensamentos também têm a característica de perenicidade: eles permanecem em nossa mente por indeterminado tempo, caso não sejam repensados ou alterados. E eles também têm poder criativo. Tudo no universo físico foi, um dia, um pensamento seu, de outra pessoa ou do Divino Criador. Mude seus pensamentos em relação ao dinheiro e a sua vida financeira mudará também.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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22/09/2016 às 12h50m


Leis da riqueza — Ganhar (Parte I)

Assim como a segunda-feira vem antes da terça, o ganhar vem antes das outras leis da riqueza. Sem aprender a ganhar, de nada vale saber aplicar as outras leis. 

Se você não ganha, não tem o que gastar, economizar ou investir. Ganhar não é o suficiente para a independência financeira, mas é um ingrediente fundamental e necessário.

Problema financeiro não se resolve com dinheiro. Se você está devendo o aluguel e toma dinheiro emprestado para pagar, no mês seguinte terá duas dívidas: o novo aluguel e o empréstimo.

Problema financeiro resolve-se com imaginação e criatividade. Toda riqueza é criada pela mente humana. E no ganhar está a semente de toda a riqueza.

Hierarquia de idéias

Para alavancar seus ganhos, é importante entender o conceito de hierarquia de idéias.

Em uma empresa, você preferiria ser faxineiro ou gerente de produção? Gerente de produção ou diretor executivo de engenharia e produção? Um dos diretores executivos ou presidente da empresa?

Aposto como você responderia: — Presidente da empresa!

Para fazer essa escolha, você, mesmo de forma inconsciente, percorreu a hierarquia do poder: presidente tem mais poder que diretor executivo; que, por sua vez, tem mais poder que gerente; que, por sua vez, tem mais poder que faxineiro. 

Algumas idéias são mais fortes do que outras. Certas idéias encontram-se em um nível hierárquico tão superior às demais que nem se cogita implementá-las, pois poderiam alterar toda a dinâmica mundial. 

Se você inventar algo que possa ser utilizado por um modelo específico de carro de determinada montadora, irá ganhar menos do que se a sua invenção puder ser utilizada por todos os modelos dessa montadora. Caso a sua invenção também sirva para os carros de outras montadoras, a sua fortuna será consideravelmente maior. E será maior ainda se não apenas carros, mas toda a linha de transportes, como trens, navios, aviões, etc., puder utilizá-la. Isso é um exemplo de hierarquia de idéias.

Em que nível hierárquico de idéias você está operando?


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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17/09/2016 às 10h56m


Leis da riqueza

As leis da riqueza são leis universais que mostram como ganhar, gastar, economizar e investir. Elas deveriam ser ensinadas no jardim da infância, mas nunca é tarde para aprender. 

Existe uma roda da abundância que gira impulsionada pela ação dos verbos declarar, solicitar, arriscar e agradecer. Quando você coloca esses verbos em ação, a sua roda da abundância, que é a parte metafísica necessária para quem quer viver bem, com prosperidade e abundância, entra em movimento. Entretanto, para viver bem financeiramente é preciso conhecer e praticar as leis da riqueza, que são quatro: ganhar, gastar, economizar e investir.

Essas leis são a parte concreta e objetiva da riqueza e você vai aprender sobre elas neste e nos próximos artigos. Vou lhe transmitir informações de ordem prática, mas, para implementá-las, o seu ser racional e emocional precisam estar de acordo.

Antes de prosseguir com a leitura sobre as leis da riqueza, aceite um conselho: reveja suas crenças e seus bloqueios psicológicos. Procure identificar suas travas emocionais, pois se alguma o estiver prendendo, seus planos terão dificuldade em deslanchar ou nem deslancharão. Também sugiro que você avalie seriamente suas intenções financeiras. Vou ajudá-lo a fazer isso!

Você está disposto a ser financeiramente independente?

A resposta óbvia seria: "É claro que sim! Por isso estou lendo este artigo." No entanto, se você pensar que tudo no Universo tem um preço, a resposta deixa de ser tão óbvia quanto parece. Depois de avaliar todos os problemas que as pessoas ricas têm e que as pobres não têm, se você ainda quiser ser financeiramente independente, continue lendo! 

De quanto você precisa para ser financeiramente independente?

Não adianta responder "o bastante". É preciso estabelecer uma cifra para que o seu cérebro possa trabalhar no sentido de obtê-la. Talvez, um treinamento intensivo em riqueza possa ajudá-lo a responder essa pergunta com objetividade. Se estiver disposto a fazê-lo, siga as orientações:

Imagine-se participando de um de meus cursos. A cada dia, você receberá uma certa quantia para gastar à vontade, mas só até a meia-noite. À meia-noite, você terá de me devolver o que tiver sobrado do dinheiro recebido no dia. 

1º Dia: Você tem mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria? 

2º Dia: Hoje, você tem dois mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?

3º Dia: Hoje, vou lhe dar três mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?

Imagine-se gastando uma quantia progressivamente maior a cada dia, até chegar ao fim do curso, no décimo dia, com 10 mil dólares para gastar até a meia-noite. Como você se sentiu gastando dinheiro durante dez dias seguidos? O "gastar dinheiro" tornou-se mais um problema do que um prazer? É assim que costumam se sentir muitas das pessoas que ganham dinheiro por ganhar. 

Antes de decidir-se sobre a quantia necessária à sua independência financeira, reflita sobre o exercício que acabou de fazer:

• Em que você pensava enquanto procurava modos de gastar todo o dinheiro até a meia-noite?
• Você teve algum sentimento de culpa por estar gastando tanto dinheiro?
• O que você aprendeu sobre dinheiro com esse exercício?
• Imagine o que aconteceria se, em vez de 10 dias, o curso durasse 30 ou 60 dias: gastar se tornaria um hábito ou passaria a ser um pesadelo?


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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08/09/2016 às 08h38m


A roda da abundância — Parte III

Agradecer

Costumo dizer que a gratidão é a mãe de todas as virtudes. Não digo isso porque a frase é forte e causa efeito, mas porque é a mais pura verdade.

A gratidão é como o sistema de realimentação de um processo cibernético. Ao colocar 21ºC no controle de um aparelho de ar-condicionado, você coloca inteligência em uma máquina. Sempre que a temperatura ultrapassar os 21ºC na sala onde estiver o ar-condicionado, este iniciará o processo de resfriamento; e sempre que a temperatura da sala cair abaixo dos 21ºC, este irá interromper o processo de resfriamento, mantendo a sala na temperatura determinada.

A temperatura da sala é a realimentação (feedback) para o bom funcionamento do ar-condicionado. E a gratidão é a realimentação para continuarmos recebendo aquilo que nos deixa satisfeitos.

É comum ouvirmos as pessoas dizerem que não conseguiram o que queriam ou que perderam o que tinham. Raramente as escutamos dizer que gostariam de ter determinada coisa e a conseguiram ou que não gostariam de outra e, realmente, não a têm...

Se você quer mais daquilo de que gosta, agradeça mais por aquilo que tem. E aprecie aquilo que você tem para obter aquilo que quer!

Quando a roda da abundância é impulsionada pelos atos de declarar (declarações têm o poder de mudar a realidade se feitas com autoridade), solicitar (só recebe quem solicita) e arriscar (quem arrisca, confia, e é retribuído por isso), ela está girando a seu favor. E, quando a roda gira a seu favor, você não precisa mais fazer tanto esforço, pois o movimento se torna natural. Certo? 

— Quase certo! Falta fazer a sua parte e agradecer ao Universo. 

Você gosta muito de alguém e lhe dá um presente. A pessoa recebe o presente, guarda e não fala nada. Você dá outro presente e, igualmente, a pessoa guarda sem falar nada. Você repete o gesto amável mais uma vez e, novamente, não tem qualquer manifestação da pessoa. O que você faz? Pára de dar presentes para aquela pessoa. Ou pior: recusa-se a continuar sendo gentil para com ela e a prestar-lhe qualquer favor, por menor que seja.

Dê um retorno ao Universo: agradeça. Diga que "gostou do presente" e manifeste gratidão por tudo o que você quer e tem recebido, e por tudo o que você não deseja e não tem recebido.


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Autor: Dr. Lair Ribeiro

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03/09/2016 às 09h08m


A roda da abundância — Parte II

Solicitar

Pedir é fundamental. Se não pedimos, como esperamos receber alguma coisa? Isso é verdadeiro em relação a tudo na vida. Você quer comer um sanduíche. Então, você vai a uma lanchonete, aproxima-se do balcão e fica lá, parado. Depois de alguns minutos, reclama da demora com o balconista. Sabe o que ele vai lhe dizer? — Desculpe-me, mas você não pediu nada.

A simplicidade do exemplo não reduz o alcance da verdade exemplificada. 

Vivemos de acordo com leis universais. Tudo o que se aplica à Terra também se aplica em relação aos Planos Superiores. Se você chegar à lanchonete e pedir um sanduíche de queijo branco com presunto no pão francês, vai recebê-lo da forma como pediu, desde que tenha sido claro ao fazer o pedido. Mas se você chegar à lanchonete e pedir um sanduíche igual ao que foi servido na mesa ao lado da sua, estará correndo o risco de receber algo de que não gosta, como um sanduíche de salame com mostarda no pão sírio, por exemplo.

Pedir é importante. Saber como pedir e o que pedir são ainda mais. Solicitação gera poder!

Arriscar

Arriscar é vencer o medo. Arriscar é ousar e, antes de mais nada, confiar! Confiar no Universo e em si mesmo. A maioria das pessoas não tem medo de andar. Elas têm certeza do que lhes acontecerá a cada movimento de pernas. No entanto, uma pessoa que tenha ficado paraplégica, mesmo após muitas sessões de fisioterapia, sentirá medo. Se ela não se arriscar a dar os primeiros passos, poderá nunca sair da cadeira de rodas. Talvez, até, nem o consiga; mas, se não arriscar, nunca saberá.

Quando você se arrisca e confia, o Universo aplaude e retribui.

A um passo da vitória
É nesse "um passo" que se encontra o risco. Quem se aventura a dar esse passo pode ter tudo ou nada. E a coragem para se arriscar? Onde encontrá-la?

Imagine que nós dois subimos ao último andar de um prédio de 50 andares. Lá no alto, eu coloco uma tábua de dois palmos de largura da janela do andar em que nos encontramos à janela do prédio em frente. Eu peço-lhe que passe de um prédio para o outro. — Você se arriscaria?

Agora, imagine a mesma situação. Porém, na janela do prédio em frente encontra-se um seqüestrador com uma arma apontada para a cabeça da sua mãe, dizendo que só a deixará viva se você lhe entregar o dinheiro do resgate pela janela. — O que você faria?

Ninguém se arrisca em troca de nada. Os riscos dependem sempre do que você tiver a ganhar, e isso é muito relativo. 

Cada vez que confiamos, nos arriscamos e nos saímos vitoriosos, ganhamos algo além do que estava envolvido no risco. Independentemente do que estiver em jogo, ganhamos autoconfiança que, nos impulsiona cada vez mais para frente, levando-nos a vencer obstáculos e ousar mais e mais. 


e-mail: lrsintonia@terra.com.br



Autor: Dr. Lair Ribeiro

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25/08/2016 às 08h37m


A roda da abundância — Parte I

Para aprender a lidar com a matéria é preciso saber colocar a roda da abundância em movimento. A sua habilidade de gerar riqueza é proporcional à velocidade com que a roda da abundância gira na sua vida, e dois fatores determinam essa velocidade: o acelerador e o freio de mão.

Primeiro, sintonize-se!

O Universo é próspero e potencialmente abundante. Em cada dimensão do Universo, essa prosperidade e abundância manifestam-se de determinada forma. A Terra é a expressão máxima da materialidade do Universo. Aqui, prosperidade e abundância costumam ser manifestadas na forma de bens materiais. Antes, porém, ambas precisam existir na forma mais sutil, que nós conhecemos como "estado de espírito". 

É pelo estado de espírito que nos sintonizamos com o Universo. E quando estamos sintonizados, nos tornamos co-criadores da nossa realidade e manifestamos riquezas materiais.

Os tipos de pessoas em relação à roda da abundância

A roda da abundância tem dois lados: o doar e o receber. Relativamente a esses lados, existem quatro tipos de pessoas:
• SOBERBAS – Têm problemas em receber. São capazes de prestar favores a outros, mas não gostam de receber favores de ninguém.
• EGOÍSTAS – Sabem receber, mas não querem doar. Só querem o vem-a-nós...
• ESTÉREIS – Não querem dar nem receber. São os eremitas financeiros.
• PRÓSPERAS – Tanto doam quanto recebem. São capazes de gerar prosperidade para si e para aqueles com quem se relacionam. Infelizmente, são poucas as pessoas desse tipo.

Os quatro verbos a ser conjugados

Cada quadrante da roda da abundância corresponde a uma atitude: declarar, solicitar, arriscar e agradecer. A prática contínua dessas formas de ação gera um padrão de energia que nos sintoniza com a abundância universal e permite que ela flua até nós. 

Declarar
Só declara alguma coisa quem tem autoridade para isso. Quando uma declaração é feita por quem tem autoridade, ela define uma realidade.

Você não pode declarar que sua amiga e o namorado dela estão casados perante a lei, a menos que seja juiz. Mas se um juiz os declara marido e mulher e, no instante seguinte, um deles muda de idéia, só mesmo o divórcio para reverter a situação, pois a declaração do juiz mudou a realidade jurídica do casal.

Use a autoridade que você tem sobre a sua vida para criar a sua realidade. O Universo reconhece e respeita o livre-arbítrio humano, que reflete a autoridade de cada um para decidir sobre a própria vida.

Afirmações
Quando passa a ter certeza da sua autoridade sobre si mesmo, você aprende a declarar, e quando aprende isso, descobre o segredo das afirmações: usar a própria autoridade sobre si mesmo para se auto-influenciar. 

Afirmações poderosas:
Eu sou a força criadora da minha vida. Eu sou responsável por criar a minha própria riqueza.
Eu sou o resultado dos meus pensamentos. Pensamentos de qualidade produzem resultados de qualidade.
Eu sou competente para fazer a roda da abundância girar mais rapidamente na minha vida.
Eu sou um ser abundante e próspero que vive em um universo potencialmente abundante e próspero. A falta de dinheiro, caso exista, é questão temporária.
Eu sou os meus pensamentos em ação. O dinheiro que tenho no banco ou aplicado em outros investimentos é proporcional à qualidade dos meus pensamentos.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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19/08/2016 às 17h11m


A construção da riqueza

Assim como não se constrói uma casa começando pelo telhado, mas sim pelo alicerce, a construção da riqueza também tem o seu alicerce. 

Para se tornar próspera, uma sociedade precisa ter: 

• organização social, com um sistema educacional e de saúde funcionando satisfatoriamente; 
• ordem pública, com um eficiente sistema de combate às drogas e à violência; 
• infra-estrutura sólida, para suportar o peso do edifício da riqueza; 
• integrantes cientes do papel que desempenham e proativos, no sentido de gerar novas riquezas, não só a curto, mas também a médio e a longo prazos;
• diretrizes econômicas bem-definidas, pois economizar é fundamental, tanto para indivíduos quanto para nações que queiram gerar riquezas;
• instituições ricas, pois estas fazem um país rico.

Vivemos na era do capital intelectual e, pela primeira vez na história da humanidade, um dos homens mais ricos do mundo é proprietário apenas de conhecimento. Bill Gates, em termos absolutos, atingiu uma fortuna duas vezes maior que a de Rockefeller, vendendo apenas conhecimento.

Hoje, a moeda mudou: você é rico ou pobre em conhecimento. 

É pelo conhecimento que acontecem os avanços tecnológicos, proporcionando o crescimento da economia. No entanto, o uso indiscriminado da tecnologia pode matar muito mais que o câncer. Cada posto de trabalho eliminado pela tecnologia é um consumidor a menos na sociedade. (Robôs não consomem os produtos por eles fabricados.) Drogas, prostituição, violência e terrorismo são fugas para quem foi excluído da era do conhecimento.

Lembre-se: o somatório de ótimos locais não constitui, necessariamente, uma ótima nação ou um ótimo planeta.

Por outro lado, pessoas mais habilitadas devem buscar novos paradigmas, inventando novos produtos e processos, em uma constante inovação.

O progresso econômico e a geração de riquezas estão diretamente ligados ao investimento de capital em fábricas, equipamentos, habitação e infra-estrutura. Temos de alcançar o progresso econômico em um desenvolvimento sustentável, a médio e longo prazos.

Infelizmente, estamos todos assistindo passivamente à destruição do mundo, enquanto aqueles que determinam o destino da humanidade, envolvidos no dia-a-dia, pensam apenas no curto prazo.

Temos de trocar o nosso modelo cartesiano, mecanicista e reducionista, por um modelo ecológico, no qual o ótimo global será o somatório dos ótimos locais.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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11/08/2016 às 13h06m


Começando a aprender

Você já deve ter ouvido dizer que estamos neste mundo para aprender. Mas aprender o quê? 

O ser humano é pura energia, e energia prescinde de matéria física para existir. Então, se nós, que somos pura energia, nos encontramos na Terra com um corpo físico e dependendo de coisas materiais para viver, certamente é porque precisamos aprender a lidar com a matéria.

Antes disso, porém, é preciso acreditar no poder do invisível, pois energia é invisível. A energia elétrica, por exemplo, tem inúmeras manifestações, mas nenhuma matéria física. E você não duvida de que ela exista.

E é preciso entender, também, que a energia tem mais poder que a matéria. Enquanto não existe uma energia agindo sobre uma pedra, por exemplo, ela é só uma pedra. Ela só será capaz de atingir as águas de um lago se você a arremessar nele. 

Existe um significativo componente metafísico (transpessoal e espiritual) na prosperidade. Não é por acaso que a Bíblia é o livro mais próspero de que se tem conhecimento. Além de ser o livro mais lido do mundo, um fenômeno editorial, o que por si só já a torna referencial de sucesso, na Bíblia também encontramos mais de 600 citações sobre prosperidade. Para ilustrar esse componente metafísico, nada melhor que o primeiro milagre de Cristo: a transformação da água em vinho pela sua intenção e pensamento divinos.

A mente pode controlar a matéria?

Sim, a mente pode controlar a matéria, mas é preciso cautela. Às vezes, você pode achar que está lidando com algum aspecto metafísico do seu ser, quando, na verdade, está apenas diante de alguma apresentação distorcida da realidade que pode criar em você uma ilusão de poder e lhe dar falsas expectativas quanto ao seu potencial. Andar sobre brasas é um exemplo disso. O contraste das fagulhas incandescentes e do calor da brasa com o escuro e frio da noite tornam esse feito espetacular, mas isso é apenas uma metáfora. 

Se você já andou sobre brasas, não pense que conseguirá suportar altas temperaturas com a mesma técnica. Você andou sobre brasas provenientes da queima de madeira, onde não havia chamas, mas fumaça, e a madeira desidratada possui conteúdo de calor relativamente baixo e condutividade mínima.

A condutividade do calor é relativa às propriedades físicas dos materiais. É por isso que, numa noite fria, você sente mais frio se pisar descalço em um piso de ladrilho do que num assoalho de madeira.

Andar em brasa de madeira fumegando, à noite, apesar de parecer espetacular, não é controle da mente sobre a matéria. É apenas a manifestação de uma lei física. Na noite de São João, nas famosas festas juninas do interior, é costume o caipira andar na brasa sem nenhum treinamento prévio. Apenas obedecendo às leis da física.

Isso não invalida o efeito psicológico causado pelo ato de caminhar na brasa. Se bem conduzida,essa metáfora pode promover mudança de crenças na pessoa, levando-a a acreditar mais no seu próprio potencial e na capacidade de superação de obstáculos que se sobreponham às suas metas.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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Perfil

Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.
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