Cataguases registra 8 novos casos de Covid-19 neste sábado

Cataguases registra 8 novos casos de Covid-19 neste sábado

Cataguases registrou neste sábado, 28 de novembro, 8 novos casos de Covid-19, sendo dois homens e seis mulheres. O número total de infectados no município desde o início da pandemia, em meados de março, é de 999 pessoas. Desse total, 45 morreram, o que representa cerca de 4,4%. A situação da doença no município preocupa pelo aumento do número de novos casos e porque hospitais da região, como Leopoldina e Juiz de Fora, estão com mais de 90% de seus leitos ocupados. Desta forma, Cataguases poderá ter que receber pacientes destas cidades.

O Hospital de Cataguases divulgou no meio da tarde os números de internações referentes à Covid-19, como faz diariamente. Os dados apresentados revelam que o setor de Enfermaria Covid está com 14 pacientes internados, sendo 9 suspeitos de Cataguases e um confirmado; 1 suspeito de Dona Eusébia, dois suspeitos de Astolfo Dutra que também tem um confirmado. Na UTI Covid, estão internados 3 pacientes, sendo dois confirmados (Astolfo Dutra e Cataguases) e um suspeito, também de Cataguases. Na UTI geral estão internados 5 pacientes, mas nenhuma suspeito de Covid-19.

De acordo com Eliermes Teixeira, assessor administrativo do Hospital de Cataguases, “hoje nós atingimos na enfermaria 75% de ocupação, ou seja, de 20 leitos temos 14 ocupados”, informou. De acordo com ele, a taxa de ocupação chegou a 95% na Casa de Caridade Leopoldinense nesta sexta-feira, 27. A mesma situação, lembrou, ocorre em Juiz de Fora, que está com mais de 90% dos leitos dos hospitais ocupados. Ele disse que diante desta realidade, o hospital referência para novas internações é o de Cataguases, que poderá receber pacientes de outras cidades. Eliermes completou: “Essa é uma análise real e que me preocupa muito, porque os pacientes internados na UTI ficam lá em média vinte dias.”

Com o aumento do número de casos em Cataguases e na região, o melhor remédio é a prevenção através do isolamento social, evitar aglomerações, ficar em casa, sair somente quando necessário e usar máscara além de álcool em gel. Autoridades em saúde voltam a afirmar que o momento exige muita atenção e cuidado das pessoas porque o vírus está ativo e circulando, e ainda não há vacina para imunizar a população. Por fim, alertam, não é hora de afrouxar as normas e querer levar vida normal.