19/12/2017 às 07h36m


Feedback – Uma ferramenta para quem busca o sucesso


 

A tradução literal de feedback é "retro-alimentação". Em Cibernética, disciplina que estuda sistemas autônomos, retro-alimentação ou realimentação é a informação que sai de um sistema para se tornar fonte de alimentação do próximo "comportamento" do sistema, e pode ser positivo ou negativo.

Ciberneticamente falando, o feedback positivo ocorre quando, aumentando-se um sistema, aumenta-se o outro; ou diminuindo-se um sistema, diminui-se o outro. Ex.: O poder de um líder, uma vez diminuído, torna-se cada vez menor. — A situação é negativa, mas o feedback  é positivo!

O feedback negativo, por sua vez, ocorre quando, aumentando-se um sistema, diminui-se o outro e vice-versa. Ex.: Menos insatisfação no ambiente de trabalho, mais produtividade dos colaboradores.  — A situação é positiva, mas o feedback é negativo!

Há ainda o feedback antecipado, ou realimentação antecipada, que é gerado por uma informação que não provém do sistema, mas é uma antecipação do que pode vir a acontecer, e as chances de que aconteça são proporcionais à quantidade de pessoas que acreditarem no que estiver sendo "antecipado". Ex.: Se todos pensarem que a Bolsa de Valores irá subir, ela certamente subirá; se todos pensarem que vai despencar, ela despencará... — A situação pode ser positiva ou negativa, dependendo do que for antecipado.

A importância do feedback para o nosso crescimento e desenvolvimento em todos os aspectos da vida corresponde à importância de saber se estamos agradando ou não, se estamos fazendo a coisa certa ou a errada, se podemos continuar naquele caminho ou se temos de procurar outro...

Sempre que determinamos um objetivo e agimos para que ele se concretize, precisamos buscar informações sobre os resultados que estamos obtendo para podermos ajustar nosso comportamento de forma a garantir que o objetivo seja atingido. Essas "informações" que buscamos são chamadas de feedback.

Portanto, quem almeja o sucesso deve considerar a possibilidade de adotar o feedback como ferramenta para medir o seu progresso, uma vez que, durante o caminho, pode ser muito fácil – e até mesmo tentador – perder o rumo.

Precisamos de feedback porque, para crescer e nos desenvolver, precisamos, acima de tudo, interagir com outras pessoas e com o Universo, trocando experiências e ensinamentos. Tão importante quanto estar atento à receber feedback é contribuir com o crescimento do outro, fornecendo-lhe também feedback. Entretanto, não é tão simples utilizar essa ferramenta.

Alguns cuidados devem ser tomados quando damos ou recebemos feedback, a fim de preservar os recursos desse poderoso e precioso fluxo de comunicação e de aprendizado entre as pessoas. Um feedback mal dado pode ser facilmente confundido com a crítica, que estimula sentimentos como constrangimento, culpa, impotência e, até mesmo, injustiça. Por isso, honestidade e sinceridade são ingredientes fundamentais para que o feedback atinja seus propósitos. E isso é exigido tanto de quem dá quanto de quem recebe o feedback.

Para um feedback produtivo, também é preciso verificar a sua aplicabilidade, certificando-se de que a pessoa que o receberá terá condições de rever a situação em questão e evoluir para uma mais favorável ou adequada.

Sempre que possível, o feedback deve ser mais descritivo que avaliativo, evitando suposições, principalmente em relação ao comportamento usual da pessoa que o estiver recebendo, e deve ater-se à descrição das mudanças necessárias para a ação em questão.

Procure fornecer o feedback logo após a ação que necessita de retorno, pois será mais fácil para quem o estiver recebendo promover as adequações necessárias, tornando o aprendizado ainda mais eficaz. E dê o feedback sempre diretamente, nunca por intermédio de terceiros.

Quando oferecido com respeito, o feedback é um verdadeiro presente

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: feedback,secesso,sistema,cibernética


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11/12/2017 às 20h06m


Os quadrantes da vida


 

O ser humano está sempre em processo de evolução. A cada instante, um novo desafio o impulsiona, forçando-o a buscar novas soluções, novos caminhos. Cada vez que obtém êxito, o homem se fortalece, conquista novas habilidades e vai adquirindo consciência sobre o processo de aprendizado e de transformação pessoal.

Verdadeiras transformações costumam ocorrer partir de uma insatisfação, de uma necessidade não resolvida. O fracasso, na verdade, é uma alavanca para o sucesso. Na história da evolução do homem, é fácil perceber essas alavancas, pois a partir de necessidades como alimentação e abrigo e procriação, por exemplo, o homem pré-histórico chegou ao que é hoje.

Ter consciência dos fatores externos e internos que influenciam o processo de transformação é essencial para o sucesso de qualquer empreendimento. E para que haja progresso, é preciso implementar ações em todas as áreas da vida, tendo sempre em mente o equilíbrio, pois tudo é interligado. A vida é uma só. Não existe profissional sem pessoal nem corpo sem mente, por exemplo.

A abordagem da vida em quatro áreas distintas, porém não separadas, foi apresentada por Ken Wilber, filósofo norte-americanos e precursor dos Estudos Integrais. Nesse estudo, as quatro áreas ou os Quadrantes são denominados: eu, nós, isto e istos. Eu refere-se ao que está se passando dentro de você, seus pensamentos, suas impressões, etc. Nós está relacionado ao seu corpo e cérebro, suas sensações, sua saúde etc. Isto representa a cultura em que você está inserido e Istos reflete a sociedade em que você vive.

Nessa jornada transformacional, a cada ciclo completado com êxito, há o despertar de sua consciência e o homem passa a ter uma visão nova e mais abrangente da sua realidade, passando para outro estágio de consciência.

Existem diferentes graus de avaliação da consciência. Clare W. Graves, professor de Psicologia do Union College, em Nova York (EUA), descreveu o processo da evolução do homem em um sistema que ficou conhecido como "modelo gravesiano", do qual Ken Wilber valeu-se para desenvolver seu estudo sobre os Quadrantes. Outros autores também trabalharam com o modelo gravesiano. Don Beck e Chris Cowan, por exemplo, estabeleceram uma correspondência cromática para os graus de evolução definidos por Clare Graves e dispuseram as cores (cada uma representando um grau de evolução e de consciência) em uma espiral, por ser a forma gráfica que melhor permite visualizar o processo evolutivo.

Assim, a espiral evolutiva começa com o Bege, representando o nível primordial da consciência humana; vai para o Roxo, que remete à vida em tribos; passa para o Vermelho, marcando a impulsividade e a forte presença do ego; evolui para o Azul, mostrando o espírito de sacrifício, obediência e retidão; e prossegue no Laranja, que revela o gosto pelo poder, a competitividade e a autonomia. Em seguida, temos o Verde, revelando necessidade de harmonia entre o homem e a natureza; o Amarelo, indicando flexibilidade para agir diante de situações paradoxais; e o Turquesa, apontando para indivíduos com um complexo grau cognitivo.

No mundo, convivem simultaneamente pessoas pertencentes a todos os graus da escala cromática. Mendigos (Bege), índios ou tribos africanas (Roxo), ladrões ou assassinos (Vermelho), operários ou camponeses (Azul), gerentes ou líderes (Laranja), agentes do Greenpeace (Verde) e assim por diante — todos encontram-se em processo de evolução.

Comecei este artigo dizendo que o homem é um ser em evolução. Portanto, se você quer não apenas acompanhar a sua espécie, mas se destacar, invista em seu crescimento, avalie sua vida pessoal, social e profissional e surpreenda, fazendo a diferença no mundo!


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: vida,evolução,caminhos,transformações


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06/12/2017 às 17h16m


Novos tempos, nova liderança


O papel do novo líder é cultivar o maior bem das organizações: o capital humano. Cabe-lhe promover a humanização do ambiente de trabalho, valorizando o potencial de sua equipe e contribuindo para que sejam criadas novas formas de relacionamentos, em que tanto o empregado quanto o empregador sejam beneficiados.

Empresas que não valorizam o capital humano nem investem em seu desenvolvimento correm o risco de ser engolidas pelo mercado, pois seus melhores profissionais começam a migrar para organizações que lhes dêem a oportunidade de conquistar o sucesso fazendo o que gostam e do modo como gostam de fazer.

Toda empresa necessita de pessoas com talento; mas, além de encontrá-las, é preciso mantê-las. E isso não se faz só com dinheiro. Dinheiro funciona como motivador de curto prazo, pois as pessoas querem oportunidades de crescimento que, se a empresa não lhes der, a concorrência dará!

Hoje, pessoas competitivas abrem mão de um emprego estável para ir atrás de novos desafios, conquistar novas metas e ser mais bem remuneradas. Para as empresas, é mais econômico descobrir essas pessoas em seu quadro de funcionários e criar condições para que evoluam do que encontrá-las no mercado, e cabe ao novo líder identificá-las e ajudá-las a se desenvolverem.

Equipes, hoje, não precisam de líderes que tenham respostas para tudo, mas que as levem a encontrar as melhores soluções e contribuam para o crescimento individual de cada integrante do grupo. Alinhando-se à necessidade de crescimento do grupo, o líder consegue motivar e integrar toda a equipe, que produzirá sempre os melhores resultados. Nesse cenário, ele pode assumir os papéis de patrocinador, mentor, avaliador, modelo ou professor do grupo.

Em suma, o novo líder precisa conhecer-se mais do que se deixar conhecer, ser transparente em suas atitudes e decisões e ter sensibilidade para perceber as necessidades e anseios dos outros. Além disso, tem de ser proativo, criativo e ético, sabendo exercer autoridade sem autoritarismo e sendo capaz de tomar decisões rápidas, sem medo de delegar nem de compartilhar informações. Ele deve, ainda, saber negociar, comunicar-se com facilidade e ter controle sobre si mesmo e a equipe. E, finalmente, tem de ouvir mais do que falar, valorizar a equipe, motivar o grupo, manter-se atento às expectativas da corporação e focado em qualidade e desenvolvimento, ter flexibilidade para mudanças e, o principal: investir sempre no seu próprio crescimento pessoal e no de seus subordinados


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: liderança,humanização,organização,desenvolvimento


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27/11/2017 às 19h25m


Marketing Pessoal: valorize sua marca


Certamente, você já ouviu falar em marketing pessoal, mas, não creio que tenha se convencido da importância de praticá-lo para ser bem-sucedido na vida. Por isso, apresentarei aqui alguns argumentos para você convencer-se da sua importância e dispor-se a praticá-lo imediatamente!

O primeiro passo consiste em mexer nos porões escuros da mente e jogar fora todas as suas crenças prejudiciais e destrutivas, como:

-       Dinheiro é sujo.

-       Não dá pra ter tudo na vida.

-       Quanto mais alto se sobe, maior é o tombo.

-       É melhor ser pobre e honesto do que rico e desonesto.

Essas crenças negativas foram adquiridas lingüisticamente e, portanto, podem ser removidas também lingüisticamente. Basta querer e acreditar que afirmações positivas, declaradas com autoridade, podem ser colocadas no lugar das suas crenças negativas.

O passo seguinte envolve autoconhecimento. Conhecendo-se, você identifica suas aptidões, talentos, fraquezas e medos, tornando-se consciente do seu ponto de partida. Nesse processo, seja realista. Olhe-se com o mesmo olhar crítico que você é capaz de lançar sobre outras pessoas. Olhe-se com isenção, sem ser muito duro nem muito complacente. Procure observar-se de fora, como se você fosse o outro.

Por fim, descubra o que os outros pensam e falam sobre você. Mas, prepare-se, pois existe um verdadeiro abismo entre a imagem que fazemos de nós mesmos e a que os outros têm a nosso respeito. Faça os ajustes necessários para estabelecer uma congruência entre a sua auto-imagem e aquela que você projeta. Jogue limpo. Se não souber o que a outra pessoa pensa sobre você, pergunte!

Feito isso, chegou a hora de traçar um plano de ação. Lembre-se: Marketing Pessoal é um processo de venda em que o "produto" é você. E para que os "clientes" o comprem, é preciso que você esteja comprometido consigo mesmo. Não basta uma boa embalagem. É preciso que o conteúdo seja autêntico! Você tem de acreditar em cada palavra que diz sobre si mesmo e sobre aquilo que diz que é capaz de fazer, pois se você não acreditar, dificilmente alguém acreditará.

Você sabe qual é o seu público-alvo? A quem interessa saber que você existe e que é bom em determinada atividade? Quem pagaria pela habilidade ou talento que você tem a oferecer?

De acordo com a sua área de atuação profissional, é possível determinar um público-alvo, que deve ser cadastrado e mantido atualizado para que você possa colocar em prática uma política de relacionamento. Mas, mais importante que isso são os contatos pessoais que você pode fazer em congressos, cursos e outras atividades pertinentes à sua área de atuação.

Quando se fala em cultivar relacionamentos, nunca é demais lembrar da Lei Paretto e concentrar-se nos 20% que poderão provocar uma melhora de 80% em sua vida!

Como um "produto", você tem de conquistar clientes, e a interface mais importante de um produto com seus potenciais consumidores é a embalagem. No caso, sua embalagem é o seu modo de vestir-se, a sua postura pessoal e profissional, sua expressão corporal e o que você fala. Esse conjunto é a sua marca. Mantenha-se atento ao meio em que estiver inserido, procurando sempre estar adequado a ele, desenvolva suas habilidades de comunicação e mantenha-se sempre atualizado. Trabalhe para que a sua marca ocupe um lugar de destaque na mente daqueles com as quais você se relaciona, cuidando para que todo o conjunto seja harmonioso e, para que a embalagem e o conteúdo sejam congruentes! Caso contrário, o resultado pode ser devastador!


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: Marketing,dinheiro,crenças,proficionalismo


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20/11/2017 às 18h36m


A arte de dar e receber — Prosperidade ao seu alcance



Freqüentemente, encontramos pessoas insatisfeitas com a vida que levam, jogando a culpa de seu mal-estar no Universo, no governo, na política econômica, na escola... Essas pessoas estão jogando o jogo errado. No jogo da vida, para um ganhar o outro não precisa perder.

Imagine que a abundância do Universo depende de uma roda e que essa roda gira em torno de dois verbos de ação: dar e receber. O modo como as pessoas se comportam em relação ao doar e receber determina em grande parte aquilo que elas são, financeiramente falando. Observe:

-        Pessoas que são capazes de dar, mas não sabem receber, são soberbas. 

-        Pessoas que gostam de receber, mas não querem dar, são egoístas.

-        E pessoas que não gostam nem de dar nem de receber são estéreis.

E além de pessoas soberbas, egoístas e estéreis, há aquelas que lidam harmoniosamente com o dar e o receber: são pessoas prósperas.

Como você é em relação a dar e receber? Saber disso é importante, porque, antes de partir para uma nova posição, é preciso saber de onde você está partindo! Você tem mais dificuldade em dar ou em receber? De posse dessas informações, você conseguirá adotar um plano de ação para trabalhar a sua deficiência e aprimorar o que você já sabe fazer!

Para começar, comprometa-se com o dízimo pessoal, que é o pagamento a você mesmo de 10% de tudo o que você receber. Esse dinheiro é seu, para guardar. Não o utilize para satisfazer necessidades imediatas. Vá juntando e faça dele dinheiro o seu imã de dinheiro. Habitue-se a manuseá-lo, acompanhe seu crescimento. E, uma vez comprometido com o dízimo pessoal, não falte com esse compromisso. A cada entrada de dinheiro, pague 10% a si mesmo.

Além da ação de dar e receber, a roda da abundância tem seus quadrantes, representados pelos verbos declarar, solicitar, arriscar e agradecer.

Declarar

Para declarar alguma coisa, é preciso ter autoridade para isso. A autoridade que temos sobre nossas vidas nos permite fazer declarações para nós mesmos e, assim, recriar nossa realidade. Porém, esse tipo de declaração só tem efeito a partir do momento em que você assume a sua autoridade sobre si mesmo.

Solicitar

Se você não pedir, nada lhe será dado. E tão importante quanto pedir é saber pedir. Ser objetivo e determinado pode fazer toda a diferença. Caso contrário, você corre o risco de pedir uma coisa e receber outra, completamente diferente.

Arriscar

Na vida, é preciso arriscar, vencer o medo, ousar! Acima de tudo, é preciso confiar que o Universo está trabalhando a seu favor! A maioria das pessoas tem medos e preocupações que a impedem de ousar, de arriscar dar um passo que possa fazer toda a diferença no resultado final. São pessoas que ficam sempre no "quase", "por um fio", "faltou coragem". Autoconfiança e intuição são as forças que fazem com que as barreiras do medo sejam rompidas, impulsionando-nos para a frente, sempre!

Agradecer

Agradeça por tudo o que você tem e gostaria de ter. Lembre-se de agradecer também tudo pelo que você não têm e não gostaria de ter. Dessa forma, você estará se comunicando com o Universo, deixando-o a par do que você quer e do que você não quer para a sua vida.

Para manter a roda da abundância girando sempre a seu favor, coloque essas atitudes em prática no seu dia-a-dia. Isso gera um padrão de energia capaz de colocá-lo em sintonia com a abundância universal, fazendo-a fluir até você. 


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: arte,prosperidade,alcance,agradecer


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13/11/2017 às 19h10m


Beleza natural e saudável

 

Há pouco tempo, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou: o Brasil é o maior consumidor de remédios para emagrecer. Enquanto em nações européias o consumo de medicamentos à base de anfetaminas vem caindo, aqui a história é outra, pois juntam-se a obstinação da mulher brasileira pelo corpo perfeito, a falta de fiscalização dos órgãos competentes junto a farmácias que vendem essas drogas sem receita médica e a imprudência de médicos que emitem receituários solicitando o consumo de tais substâncias indiscriminadamente.

O uso continuado de anfetaminas, além da perda de peso, provoca aumento permanente da pressão sanguínea e distúrbios psicológicos, como agressividade, irritação, paranóia, confusão de pensamento, verborréia (excesso de palavras para dizer coisas de pouco conteúdo), compulsividade e até esquizofrenia. As mulheres constituem 90% dos usuários da droga.

Recente pesquisa revela que pessoas "bonitas" conquistam mais sucesso no ambiente de trabalho e que, além da discriminação por sexo e raça, pessoas bem cuidadas chegam a ganhar 10% mais.

O crescimento da indústria da beleza no Brasil também é revelado pelo crescente aumento de academias abertas em todo o território nacional. De acordo com matéria publicada pela Revista Veja, edição especial, em dezembro de 2003, existiam no Brasil sete mil academias, que atendiam a 3,5 milhões de alunos, representando em torno de 2% da população brasileira. Ainda com base nos dados publicados pela revista, o Brasil só perde para os Estados Unidos em número de academias, onde há 20.200 estabelecimentos abertos. E em relação ao número de pessoas matriculadas, o Brasil vem em quarto colocado, depois dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha.

A popularização de cirurgias estéticas também revela o crescimento da indústria da beleza em nosso país. Nessa área, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a média é de 500 mil cirurgias por ano, cerca de 60% delas para fins estéticos. Dessas, 70% são em mulheres e 15% em adolescentes.

Vítimas em potencial, as mulheres almejam ter seios como os de fulana, boca igual à de sicrana, bumbum idêntico ao de beltrana e, assim, multiplicam-se copiando corte de cabelo e medidas que não são suas, perdendo sua identidade e beleza natural. Muitas vezes, para conquistar o "corpo perfeito", exageram nos exercícios físicos, apelam para cirurgias perigosas, privam-se de uma alimentação balanceada e, como resultado, até chegam a atingir as medidas desejadas, mas acabam com a saúde.

Não há beleza maior que a exibida por uma pessoa saudável e em paz com o espelho. Mas o que é beleza? Platão, no século 4 a.C., reconhecia o caráter sensível do belo, dizendo que a beleza é a única idéia que resplandece no mundo. Desde então, o belo e o feio entraram na pauta de discussões. O ditado "gosto não de discute" surgiu a partir das conclusões de filósofos empiristas, que relativizaram a beleza ao gosto de cada um. Por sua vez, Kant afirmou que o belo é "aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente".

Beleza tem a ver com autenticidade e singularidade. Antes de conquistar olhares alheios, a beleza deve vir de dentro, refletindo um estilo de vida saudável e o prazer em viver bem, com saúde e feliz. O resto, é conseqüência! O que atrai as pessoas, de verdade, é o belo sorriso e o bom-humor de uma pessoa autoconfiante, pronta para alcançar o sucesso profissional e pessoal. 


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: beleza,saúde,famácias,peso


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23/10/2017 às 21h24m


Você é responsável pela sua vida

 

Dar-se conta de que você é responsável pela sua vida pode ser algo transformador, pois lhe dá a possibilidade de escolher entre assumir a responsabilidade ou não. Se não assumir, muito provavelmente alguém o fará e você passará a trabalhar para a realização dessa pessoa, que pode perfeitamente ser a empresa na qual você trabalha... Se você vive dizendo "Eu trabalho para Fulano" ou "Eu trabalho para tal empresa", é possível que já esteja perdendo o controle sobre a sua vida... E se assumir, você terá de abandonar a confortável posição de vítima em que se coloca e ir em busca do que você realmente deseja para si.

Então, você pensa: "Abrir mão da minha vida, nem pensar. Mas assumir a responsabilidade por tudo dá muito trabalho!". Pois vou lhe contar um segredo: a posição de vítima pode ser muito mais pesada do que os esforços que você venha a fazer para alcançar sua realização pessoal e profissional. Portanto, a hora é agora. E uma das ações mais importantes no momento de retomar as rédeas da sua vida é perdoar.

Desde criança, nos ensinam que devemos perdoar, e muitos de nós crescemos sem saber direito o que isso significa. Perdoar pode ser muitas coisas, mas, antes de mais nada, é uma atitude inteligente. Se alguém o ofendeu e você insiste em não perdoar, quem carrega o peso da ofensa é você. Logo, perdoar é assumir a responsabilidade por aquilo que você sente.

Perdoar é diferente de esquecer. Esquecer uma ofensa, por exemplo, é pôr uma pedra em cima dela. Você pode nem pensar mais naquilo, mas a energia fica lá, estagnada embaixo da pedra! Ao perdoar, porém, você se liberta das amarradas do passado e permite que a sua energia flua positivamente, trazendo mais alegria ao seu ser.

Perdoar pode demandar tempo, paciência e dedicação. Pode não ser fácil, pode demandar muita força e sabedoria, mas os resultados são compensadores! Além de purificar a alma e proporcionar um sentimento de leveza, afinal de contas, você está abrindo mão de sentimentos negativos como raiva, ódio, desprezo, entre outros, também renova as energias, o perdão traz mais vitalidade e força para lutar pelos seus ideais. Isso porque enquanto você estiver guardando mágoas, remoendo ofensas e permitindo que a dor e o sofrimento cresçam e se multipliquem em seu interior, você estará gastando valiosas unidades de energia, principalmente cerebrais, que poderiam ser muito mais bem empregadas em prol do seu crescimento pessoal e profissional.

Quando uma pessoa nutre pensamentos rancorosos, tais pensamentos tendem a se acumular, gerando tensões, insônia, agitação e destruindo sua paz. Se você tem uma dívida que não consegue pagar é porque está precisando perdoar alguém. Dívida é falta de perdão no passado. Na hora em que você perdoar, tenha certeza de que o dinheiro aparece e você consegue pagar a dívida.

Ao perdoar, você libera a dor e o ressentimento que, durante anos, vinha carregando como se fosse um fardo pesado e inconveniente. Ao perdoar, você deixa de ser vítima de quem o prejudicou, recupera seu poder e assume a responsabilidade pelo que você sente. Lembre-se de que nossos verdadeiros inimigos são a raiva e o ódio, emoções que podem crescer desordenadamente quando nos descontrolamos e que são potencialmente destrutivas, que nos corroem, minando a nossa energia e vitalidade, podendo gerar doenças tão graves como o câncer.


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: responsabilidade,vida,empresa,trabalho


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18/10/2017 às 18h10m


Faça do espelho seu melhor amigo


 

A aparência influencia no sucesso e na empregabilidade de um executivo. Não basta ter um rostinho bonito para ser bem-sucedido profissionalmente, mas isso é uma condição que pode influenciar em muito no sucesso da sua carreira profissional.

Não estamos falando de beleza, mas de aparência, do modo como você se apresenta à sociedade, que engloba desde os cuidados básicos com higiene pessoal (unhas limpas e bem cortadas, barba feita, cabelos bem cortados e saudáveis, maquiagem discreta, etc.), passando pelo modo como você se veste (usando roupas adequadas ao seu tipo físico e cargo, sapatos em excelente estado, acessórios sem extravagância, entre outros itens), até o seu comportamento dentro e fora do local de trabalho (etiqueta profissional), sem esquecer da sua comunicação. E quando o assunto é aparência, estar em paz com a balança é fundamental. Pesquisas revelam que obesidade é fator de rejeição para 65% dos 31 mil executivos pesquisados pelo Grupo Catho (empresa de recolocação profissional), em um estudo realizado em 2005.

  Hoje, ser magro não é apenas sinal de beleza, mas também de agilidade, auto-estima elevada, segurança, credibilidade e profissionalismo. Ser obeso, por sua vez, passa a mensagem de cansaço, de baixa auto-estima, de problemas de saúde, como pressão alta, diabetes ou problemas cardíacos, e tudo isso pode ser resumido à idéia de "não dar conta do recado". A verdade, sem entrar no mérito dessa questão, é que pessoas obesas são discriminadas no mercado de trabalho.

A aparência é tão importante na contratação de profissionais porque é a primeira qualidade que o selecionador pode avaliar nos candidatos. É, literalmente, a primeira impressão, que, como se sabe, é a que fica!

Sua carreira profissional se beneficiará em muito a partir do momento em que você começar a cuidar mais da sua aparência. E cuidando da sua aparência você também cuida da sua saúde física e emocional. Com o peso em dia você se torna mais saudável, com menos risco de desenvolver várias, passa a sentir-se de bem com a vida, torna-se mais produtivo e isso se irradia na sua aparência. E os outros percebem isso facilmente, tanto que seu fator de empregabilidade aumenta.

Se você estiver desempregado ou em busca de promoção, não precisa fazer greve de fome. Para sua energia — e seu peso — se equilibrarem, basta optar por uma alimentação saudável, balanceada e de acordo com as suas necessidades nutricionais, que variam conforme sua idade, altura, sexo e nível de atividade física. Aliás, dedicar-se a uma atividade física regular é altamente aconselhável, não apenas porque acelera o metabolismo e intensifica o processo de emagrecimento, como também porque ajuda a descarregar as tensões do dia-a-dia, restabelecendo a energia e mantendo afastados o nervosismo, o estresse e a ansiedade!

E não se esqueça: Todo esse cuidado não deve ser interrompido após conquistada a vaga ou a promoção. Ao contrário, devem ser mantidos por toda a vida. Sua carreira e a sua saúde agradecem! 


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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06/10/2017 às 19h24m


Trabalhar com prazer — Eis a chave para a felicidade!


            Se você pensa que satisfação e trabalho são coisas distintas, está na hora de rever seus conceitos! De acordo com nota divulgada pela BBC Brasil, pesquisadores suecos garantem que o trabalho duro, desde que utilize a plena capacidade da pessoa e valorize seus pontos fortes, pode trazer mais satisfação a quem o realiza do que a própria remuneração recebida. Os estudiosos concluem que a satisfação oriunda do trabalho pode ser mais gratificante do que ganhar na loteria, visto que esta proporciona apenas uma felicidade temporária.

Mas como conseguir conciliar trabalho e satisfação pessoal?

Primeiro, pare de pensar em dinheiro como finalidade do trabalho. Dinheiro é conseqüência e não fim. Seu salário deve ser a recompensa pelo seu trabalho, mas não a finalidade dele. Trabalhando por dinheiro você se torna escravo dele e perde o prazer em trabalhar, mesmo que goste do que faz!

Segundo, identifique seu propósito de vida. É ele que dita as diretrizes para sua satisfação e realização pessoal. Todos temos um propósito de vida, mas poucas pessoas conseguem identificá-lo e viver em função dele. A maioria sabe apenas aquilo que não deseja da vida, sem ter consciência do realmente importa. É como ir às compras com uma lista do que não precisa comprar.

O propósito de vida deve ser sempre positivo e prazeroso, pois é na direção dele que nos movemos. Para facilitar a jornada e nos mantermos motivados a cumprir nosso propósito mesmo em situações de crise, é importante ter em mente uma visão clara e bem definida desse propósito materializado no futuro. Isso lhe permitirá direcionar seus esforços de forma muito mais precisa.

Os valores também são importantes para a realização pessoal. É preciso identificá-los, fortalecê-los e adequá-los ao seu propósito de vida.

Quando conseguimos alinhar propósito, visão e valores temos muito mais chances de nos tornarmos pessoas bem-sucedidas. Isso, porém, não é garantia de sucesso. Mais uma vez, é preciso ultrapassar limites! É preciso desenvolver a competência em executar melhor o que você faz de melhor, comunicar isso pessoas e fazer com que elas necessitem da sua habilidade. Por fim, é preciso, também, gostar do modo como você faz o que gosta de fazer.

De acordo com o estudo da universidade sueca, trabalhar para atingir um objetivo pode ser ainda mais prazeroso do que alcançar o objetivo em questão.

 A importância de trabalhar com prazer

No passado, todo o trabalho necessitava de força física, como as atividades agrícolas, por exemplo. Hoje, porém, a maioria das pessoas está envolvida em atividades que exigem mais esforço intelectual do que físico. Mesmo que sem estar focadas no trabalho 24 por dia, as pessoas estão com o trabalho na cabeça o tempo todo; logo, o trabalho acaba influenciando outras áreas de suas vidas, como a social e a familiar, por exemplo. Logo, se as pessoas não mantiverem uma relação satisfatória com o trabalho que realizam, certamente irão desenvolver sentimentos hostis em relação a ele, que resultarão em males físicos ou psicológicos, como estresse, cansaço, falta de produtividade, desânimo, depressão, entre outras patologias. Disso se conclui que que quem não gosta do que faz nem do modo como o faz está, progressivamente, esgotando sua energia vital e, inclusive, seus rendimentos! É isso o que você quer para si?


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: trabalho,prazer,felicidade,dinheiro


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06/10/2017 às 19h11m


Autoconhecimento – A alavanca para uma vida plena


         Em um mundo dinâmico e em plena evolução como o que vivemos, as pessoas estão sempre correndo, muito ocupadas, com medo de olhar para dentro de si mesmas e descobrir sua verdadeira essência. Temem seus monstros, mas não imaginam que, ao superá-los, poderão encher-se de energia e tornar-se aptas a conquistar uma vida plena e mais feliz.

Muitas vezes, evitamos entrar em contato com nossos sentimentos mais profundos, até mesmo como forma de nos proteger do que poderia vir à tona se nos permitíssemos nos expressar como verdadeiramente somos. Como fuga, muitas pessoas mergulham no trabalho e em atividades produtivas, enquanto outras embarcam em viagens obscuras, entregando-se a vícios como alcoolismo, jogo ou drogas.

"Quem é você?". Alguma vez você tentou responder a esta pergunta sinceramente? É preciso coragem para escutar a resposta com atenção. Permitir-se reconhecer suas próprias falhas e propor-se mudanças efetivas não é tarefa simples. É importante reconhecer suas virtudes e conquistas, traçar novos planos e metas e perseverar em busca do sucesso! Você só terá chances de se sair bem no jogo da vida quando souber quais são seus pontos fracos (falhas) e suas armas poderosas (virtudes), e tiver controle sobre eles.

Quem costuma dizer "Quem me dera poder ter tal coisa..." ou "Quem sou eu para fazer isso..." ou "Isso não é para mim, conheço meu lugar..." é porque não se conhece o bastante para saber tudo de que é capaz. Presas a crenças e idéias equivocadas a respeito da vida e de si mesmas, essas pessoas vivem à margem da vida, como platéia e nunca como ator principal.

De início, uma viagem para dentro de si mesmo pode não ser muito prazerosa, mas é inegável que trará um novo sentido à vida de quem lançar-se a tal empreendimento. O processo inicial é longo, pois é preciso retirar cuidadosamente as máscaras que escolhemos para nos proteger do olhar dos outros e do nosso próprio olhar. Muitas vezes, essas máscaras de tão usadas já se sedimentaram, tornando-se sólidas, duras, como se fizessem parte de nós. Quando envolvidos nesse tipo de máscara, olhamo-nos no espelho e não nos vemos. Nossa real identidade está muito bem escondida, não se revela nem mais a nós mesmos.

Um dos meios para se conhecer melhor é saber exatamente o que você quer, de que coisas está disposto a abrir mão em favor de seus objetivos e qual o melhor caminho a seguir. Reflita a respeito de onde e como você deseja estar daqui há seis meses, um ano, cinco e dez anos. Depois, busque identificar o que lhe falta para chegar lá.

Primeiro, preste atenção à sua rotina, tente identificar em que ela o incomoda, e, então, passe a observar, avaliar, criticar e encontrar saídas para aquele ponto, especificamente. Seja um observador de si mesmo. Reveja sua vida como quem assiste a um filme. Pegue lápis e papel e registre, escreva tudo o que lhe vier à mente. Depois, use sua capacidade racional e analise cuidadosamente o que tiver escrito. Esteja aberto a críticas pessoais e identifique pontos que precisam ser modificados. Às vezes, pequenas coisas podem se transformar em muralhas intransponíveis. Se você conseguir identificá-las a tempo, poderá agir e impedir que o prejudiquem.

Reflita a respeito do que gosta de fazer nas suas horas livres: prefere ler um bom livro ou ir ao cinema? Qual o seu prato preferido? Suas escolhas têm sido coerentes com suas vontades e desejos? O que o impede de conquistar suas metas?

Converse consigo mesmo, pois é a partir dessa conversa interna que você poderá desenvolver o autoconhecimento e ter controle sobre suas emoções. Sem isso, você será incapaz de atuar no mundo em que vive. E nós só conseguimos controlar algo se o conhecermos muito bem. 


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: conhecimento,vida,evolução,vícios


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Perfil

Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.
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