Polícia Civil investiga causas do acidente de ônibus na Serra da Vileta


Polícia Civil investiga causas do acidente de ônibus na Serra da Vileta

A Polícia Civil divulgou no fim da manhã desta segunda-feira, 4 de outubro, atualizações sobre a investigação do acidente que causou a morte de quatro pessoas na BR-116 em Leopoldina, no último sábado (2). De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rafael Spork da Costa, um inquérito policial foi aberto para apurar as causas do acidente e a perícia técnica esteve no local para colher informações da cena.

A polícia já havia reconhecido três das vítimas fatais, que se tratavam de uma mulher de 48 anos, uma idosa de 65 e um bebê de um ano e um mês. Na manhã desta segunda, a família da quarta e última vítima fatal também a reconheceu, mas esta não teve a identidade revelada. Os exames de necropsia já foram feitos nos quatro corpos.

Ainda segundo o delegado, o motorista do ônibus passou por exames toxicológicos e de alcoolemia, cujos resultados ainda não foram divulgados e também prestou depoimento junto à autoridade. Os trabalhos de apuração das circunstâncias do acidente seguem sendo realizados.

Entenda o caso

Na noite de sábado, um ônibus de viagem com mais de 50 pessoas capotou no 774,3 km da BR-116 em Leopoldina, caiu de uma ribanceira de 150m de altura. O veículo seguia de Santo Amaro (SP) com destino a Ubatã, no interior da Bahia.

Pela manhã do domingo (3), várias vítimas já haviam sido socorridas e encaminhadas para atendimento à Casa de Caridade de Leopoldina. Como a identidade delas não foi divulgada, não foi possível checar o estado de saúde junto ao hospital.

Para atuar no resgate, foram utilizadas 5 viaturas e 13 militares do Corpo de Bombeiros. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também atuou no local, cujo trânsito foi sinalizado e não precisou ser interditado.

O Site G1 informou que a Viação Gontijo enviou uma nota em que lamenta pelo ocorrido e revelou que “enviou imediatamente ao local 3 gerentes para acompanharem o atendimento médico dos passageiros em hospitais, onde o estado de cada um foi checado, além dos trâmites legais no IML, de informar às famílias e de levar os que os médicos liberavam para local onde podiam tomar banho, repousar e receber alimentação”.

Além disso, a empresa providenciou transporte para os liberados seguirem viagem, continua acompanhando os hospitalizados e mantém contato com as famílias para o cumprimento das determinações legais.

Fonte: G1 Zona da Mata | Foto: Corpo de Bombeiros – Divulgação