14/08/2014 às 08h04m


Resgatando a feminilidade

Cada vez mais as mulheres estão abandonando os afazeres domésticos para assumir postos no mercado de trabalho.

De acordo com pesquisa realizada em 2005 pelo Grupo Catho, nos últimos dez anos, a participação feminina no mercado de trabalho brasileiro dobrou, revelando os seguintes percentuais de "ocupação" feminina nas empresas: 

- presidência: 17,5%
- diretoria: 23%
- gerência: 26%
- chefia e coordenação: 49

O avanço das mulheres no mercado de trabalho é marcado, principalmente, pela onda de mudança que o mundo está atravessando, onde habilidades mais femininas que masculinas têm sido fator determinante para a permanência de muitas empresas no mercado. Hoje, a agressividade e a objetividade – características notadamente masculinas – estão cedendo terreno para a intuição e a capacidade de adaptação, traços marcantes no perfil feminino.

As mulheres estão descobrindo seus. Não precisam mais se espelhar na atuação masculina para provar sua competência. Agora, são os homens que estão buscando adquirir as qualidades femininas tão procuradas pelo mundo corporativo, como a habilidade de cultivar bons e produtivos relacionamentos, por exemplo. Além disso, as mulheres são mais flexíveis que os homens e se adaptam com mais facilidade e mais rapidamente que eles, o que é fundamental para um mundo em constante mudança.

O estilo feminino, aliado ao esforço, força de vontade e determinação das mulheres em colocar em prática sua competência, tem sido reconhecido e recompensado pelas empresas, que apostam nessa nova força de trabalho. 

Um importante ponto positivo do estilo feminino é a capacidade de trabalhar com o lado direito do cérebro, mais emotivo, intuitivo, criativo. E como, durante muito tempo, tiveram de agir à semelhança dos homens para conquistar seu espaço, as mulheres acabaram desenvolvendo também a utilização do hemisfério cerebral esquerdo. Com isso, saíram ganhando! Agora, é a vez dos homens correrem atrás do prejuízo e buscar meios para desenvolver o hemisfério direito. Recursos para isso não faltam. Vários de meus cursos têm essa abordagem. 

Entretanto, ainda restam alguns pontos importantes a serem conquistados pelas mulheres com relação ao universo corporativo. O principal é que ainda existe um preconceito não-declarado em relação às mulheres. Prova disso é que elas ganham cerca de 10% menos que os homens nas mesmas funções. O mercado tem algumas justificativas para isso, mas as principais são: 1) a mulher é uma mão-de-obra nova e ainda é preciso descobrir seu potencial; 2) semanalmente, elas trabalham cerca de três horas menos que os homens.

Um importante aspecto negativo em relação à participação das mulheres no mercado de trabalho, levantado pela pesquisa do Grupo Catho, é que a porcentagem de mulheres nas empresas diminui conforme o tamanho da empresa aumenta. Mas, mesmo assim, o panorama da participação feminina no mercado de trabalho é promissor. Estima-se que daqui a 20 anos, quase 50% dos cargos de presidência nas empresas serão ocupados por mulheres! 

Como tudo na vida tende a encontrar um ponto de equilíbrio, também o mundo corporativo encontrará o seu, equilibrando homens e mulheres em cargos e rendimentos. Afinal, nada mais produtivo que dispor harmonicamente de duas frentes de trabalho tão distintas e, ao mesmo tempo, tão complementares. 


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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07/08/2014 às 08h20m


Feedback – Uma ferramenta para quem busca o sucesso

A tradução literal de feedback é "retro-alimentação". Em Cibernética, disciplina que estuda sistemas autônomos, retro-alimentação ou realimentação é a informação que sai de um sistema para se tornar fonte de alimentação do próximo "comportamento" do sistema, e pode ser positivo ou negativo.

Ciberneticamente falando, o feedback positivo ocorre quando, aumentando-se um sistema, aumenta-se o outro; ou diminuindo-se um sistema, diminui-se o outro. Ex.: O poder de um líder, uma vez diminuído, torna-se cada vez menor. — A situação é negativa, mas o feedback  é positivo!

O feedback negativo, por sua vez, ocorre quando, aumentando-se um sistema, diminui-se o outro e vice-versa. Ex.: Menos insatisfação no ambiente de trabalho, mais produtividade dos colaboradores.  — A situação é positiva, mas o feedback é negativo!

Há ainda o feedback antecipado, ou realimentação antecipada, que é gerado por uma informação que não provém do sistema, mas é uma antecipação do que pode vir a acontecer, e as chances de que aconteça são proporcionais à quantidade de pessoas que acreditarem no que estiver sendo "antecipado". Ex.: Se todos pensarem que a Bolsa de Valores irá subir, ela certamente subirá; se todos pensarem que vai despencar, ela despencará... — A situação pode ser positiva ou negativa, dependendo do que for antecipado.

A importância do feedback para o nosso crescimento e desenvolvimento em todos os aspectos da vida corresponde à importância de saber se estamos agradando ou não, se estamos fazendo a coisa certa ou a errada, se podemos continuar naquele caminho ou se temos de procurar outro... 

Sempre que determinamos um objetivo e agimos para que ele se concretize, precisamos buscar informações sobre os resultados que estamos obtendo para podermos ajustar nosso comportamento de forma a garantir que o objetivo seja atingido. Essas "informações" que buscamos são chamadas de feedback.

Portanto, quem almeja o sucesso deve considerar a possibilidade de adotar o feedback como ferramenta para medir o seu progresso, uma vez que, durante o caminho, pode ser muito fácil – e até mesmo tentador – perder o rumo. 

Precisamos de feedback porque, para crescer e nos desenvolver, precisamos, acima de tudo, interagir com outras pessoas e com o Universo, trocando experiências e ensinamentos. Tão importante quanto estar atento à receber feedback é contribuir com o crescimento do outro, fornecendo-lhe também feedback. Entretanto, não é tão simples utilizar essa ferramenta.

Alguns cuidados devem ser tomados quando damos ou recebemos feedback, a fim de preservar os recursos desse poderoso e precioso fluxo de comunicação e de aprendizado entre as pessoas. Um feedback mal dado pode ser facilmente confundido com a crítica, que estimula sentimentos como constrangimento, culpa, impotência e, até mesmo, injustiça. Por isso, honestidade e sinceridade são ingredientes fundamentais para que o feedback atinja seus propósitos. E isso é exigido tanto de quem dá quanto de quem recebe o feedback. 

Para um feedback produtivo, também é preciso verificar a sua aplicabilidade, certificando-se de que a pessoa que o receberá terá condições de rever a situação em questão e evoluir para uma mais favorável ou adequada. 

Sempre que possível, o feedback deve ser mais descritivo que avaliativo, evitando suposições, principalmente em relação ao comportamento usual da pessoa que o estiver recebendo, e deve ater-se à descrição das mudanças necessárias para a ação em questão. 

Procure fornecer o feedback logo após a ação que necessita de retorno, pois será mais fácil para quem o estiver recebendo promover as adequações necessárias, tornando o aprendizado ainda mais eficaz. E dê o feedback sempre diretamente, nunca por intermédio de terceiros.

Quando oferecido com respeito, o feedback é um verdadeiro presente. 


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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31/07/2014 às 08h07m


Os quadrantes da vida

O ser humano está sempre em processo de evolução. A cada instante, um novo desafio o impulsiona, forçando-o a buscar novas soluções, novos caminhos. Cada vez que obtém êxito, o homem se fortalece, conquista novas habilidades e vai adquirindo consciência sobre o processo de aprendizado e de transformação pessoal.

Verdadeiras transformações costumam ocorrer partir de uma insatisfação, de uma necessidade não resolvida. O fracasso, na verdade, é uma alavanca para o sucesso. Na história da evolução do homem, é fácil perceber essas alavancas, pois a partir de necessidades como alimentação e abrigo e procriação, por exemplo, o homem pré-histórico chegou ao que é hoje.

Ter consciência dos fatores externos e internos que influenciam o processo de transformação é essencial para o sucesso de qualquer empreendimento. E para que haja progresso, é preciso implementar ações em todas as áreas da vida, tendo sempre em mente o equilíbrio, pois tudo é interligado. A vida é uma só. Não existe profissional sem pessoal nem corpo sem mente, por exemplo. 

A abordagem da vida em quatro áreas distintas, porém não separadas, foi apresentada por Ken Wilber, filósofo norte-americanos e precursor dos Estudos Integrais. Nesse estudo, as quatro áreas ou os Quadrantes são denominados: eu, nós, isto e istos. Eu refere-se ao que está se passando dentro de você, seus pensamentos, suas impressões, etc. Nós está relacionado ao seu corpo e cérebro, suas sensações, sua saúde etc. Isto representa a cultura em que você está inserido e Istos reflete a sociedade em que você vive. 

Nessa jornada transformacional, a cada ciclo completado com êxito, há o despertar de sua consciência e o homem passa a ter uma visão nova e mais abrangente da sua realidade, passando para outro estágio de consciência.

Existem diferentes graus de avaliação da consciência. Clare W. Graves, professor de Psicologia do Union College, em Nova York (EUA), descreveu o processo da evolução do homem em um sistema que ficou conhecido como "modelo gravesiano", do qual Ken Wilber valeu-se para desenvolver seu estudo sobre os Quadrantes. Outros autores também trabalharam com o modelo gravesiano. Don Beck e Chris Cowan, por exemplo, estabeleceram uma correspondência cromática para os graus de evolução definidos por Clare Graves e dispuseram as cores (cada uma representando um grau de evolução e de consciência) em uma espiral, por ser a forma gráfica que melhor permite visualizar o processo evolutivo.

Assim, a espiral evolutiva começa com o Bege, representando o nível primordial da consciência humana; vai para o Roxo, que remete à vida em tribos; passa para o Vermelho, marcando a impulsividade e a forte presença do ego; evolui para o Azul, mostrando o espírito de sacrifício, obediência e retidão; e prossegue no Laranja, que revela o gosto pelo poder, a competitividade e a autonomia. Em seguida, temos o Verde, revelando necessidade de harmonia entre o homem e a natureza; o Amarelo, indicando flexibilidade para agir diante de situações paradoxais; e o Turquesa, apontando para indivíduos com um complexo grau cognitivo. 

No mundo, convivem simultaneamente pessoas pertencentes a todos os graus da escala cromática. Mendigos (Bege), índios ou tribos africanas (Roxo), ladrões ou assassinos (Vermelho), operários ou camponeses (Azul), gerentes ou líderes (Laranja), agentes do Greenpeace (Verde) e assim por diante — todos encontram-se em processo de evolução. 

Comecei este artigo dizendo que o homem é um ser em evolução. Portanto, se você quer não apenas acompanhar a sua espécie, mas se destacar, invista em seu crescimento, avalie sua vida pessoal, social e profissional e surpreenda, fazendo a diferença no mundo!


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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23/07/2014 às 19h50m


Reinventando a si mesmo

Se você pretende ser uma pessoa mais feliz, próspera, bem-sucedida e de bem com a vida, não deixe passar em branco a oportunidade que se abre quando se instala uma crise de identidade. Quando isso lhe acontecer, agarre essa chance e embarque em uma viagem rumo a um território desconhecido: você!

É a sua oportunidade de reinventar-se e, conseqüentemente, de mudar sua história de vida! Em vez de ficar se lamentando pelo que passou ou adiando a sua felicidade para o futuro, comece a viver o aqui e agora. Fazer isso não é tão simples como trocar de roupa ou mudar radicalmente o visual. Exige muito empenho e determinação, pois se trata de uma mudança que começa lá dentro e, pouco-a-pouco, vai se refletindo no seu exterior. 

Primeiro, fique atento às novas possibilidades de enxergar o mundo. Há muitas maneiras de enxergar o mundo, mas quase sempre preferimos ficar com uma, que nos aloja numa zona de conforto, que não-necessariamente é o melhor lugar onde poderíamos estar. Muitas vezes, tudo de que precisamos para nos reencontrar é sair da zona de conforto e olhar o mundo com outros olhos.

Só podemos viver melhor o presente e criar o futuro que quisermos para nós se refizermos a parte do nosso passado que nos gera sofrimento e dor; se jogarmos fora a pesada bagagem emocional que nos impede de caminhar suavemente pela vida. Na verdade, tudo o que você tem de fazer é trocar a cor das lentes com as quais você olha para pontos nevrálgicos da sua vida. Tem de fazer uma reinterpretação dos fatos para ressignificar o passado, alterando sua influência no presente e, por conseqüência, no futuro. 

Cedo ou tarde, quase todo mundo é convocado a enfrentar o passado. O que aconteceu, aconteceu, não pode ser modificado. Mas você pode modificar a sua maneira de ver, de compreender e de sentir fatos que aconteceram na sua vida.

Isso é possível por que somos animais lingüísticos, e porque a interpretação que fazemos dos fatos costuma ser mais relevante que o acontecimento em si. Portanto, muda-se a interpretação e o fato ganha outro significado.

A significação dos fatos que aconteceram no passado é feita a partir de nosso sistema de crenças, que quase sempre é formado na primeira infância (fase que vai do nascimento até os 7 anos de idade, aproximadamente). Mas a qualquer momento é possível trazer à tona uma crença ou um acontecimento dar-lhe outra interpretação. 

Reinterpretando de modo positivo um fato que o marcou negativamente, você transforma trauma em experiência. Lembre-se de que só você tem poder sobre a sua vida. Você é o único responsável por ela; portanto, em vez de ficar se lamentando pela bronca que levou do seu pai quando era pequeno ou de ter sido humilhado pelo seu chefe diante seus colegas, vá a luta e transforme seus traumas em experiências de vida! Tire proveito dos acontecimentos do passado como verdadeiras lições para o futuro e liberte-se do insuportável fardo que o impede de seguir em frente!

Faça uma visita ao passado, mas a partir do que você é agora, com toda a sua bagagem de vida. Certamente, visto sob um novo ponto de vista, aquilo que você codificou como trauma até que não foi tão ruim, não é mesmo? O ser humano pode mudar a realidade contando apenas com uma idéia. Então, que tal recriar o seu passado a partir do presente e moldar o seu futuro, de acordo com seus ideais? 


e-mail: lrsintonia@terra.com.br 

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: profissional, vida, identidade, sucesso, feliz


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16/07/2014 às 19h18m


Novos tempos, nova liderança

O papel do novo líder é cultivar o maior bem das organizações: o capital humano. Cabe-lhe promover a humanização do ambiente de trabalho, valorizando o potencial de sua equipe e contribuindo para que sejam criadas novas formas de relacionamentos, em que tanto o empregado quanto o empregador sejam beneficiados.

Empresas que não valorizam o capital humano nem investem em seu desenvolvimento correm o risco de ser engolidas pelo mercado, pois seus melhores profissionais começam a migrar para organizações que lhes dêem a oportunidade de conquistar o sucesso fazendo o que gostam e do modo como gostam de fazer.

Toda empresa necessita de pessoas com talento; mas, além de encontrá-las, é preciso mantê-las. E isso não se faz só com dinheiro. Dinheiro funciona como motivador de curto prazo, pois as pessoas querem oportunidades de crescimento que, se a empresa não lhes der, a concorrência dará!

Hoje, pessoas competitivas abrem mão de um emprego estável para ir atrás de novos desafios, conquistar novas metas e ser mais bem remuneradas. Para as empresas, é mais econômico descobrir essas pessoas em seu quadro de funcionários e criar condições para que evoluam do que encontrá-las no mercado, e cabe ao novo líder identificá-las e ajudá-las a se desenvolverem. 

Equipes, hoje, não precisam de líderes que tenham respostas para tudo, mas que as levem a encontrar as melhores soluções e contribuam para o crescimento individual de cada integrante do grupo. Alinhando-se à necessidade de crescimento do grupo, o líder consegue motivar e integrar toda a equipe, que produzirá sempre os melhores resultados. Nesse cenário, ele pode assumir os papéis de patrocinador, mentor, avaliador, modelo ou professor do grupo.

Em suma, o novo líder precisa conhecer-se mais do que se deixar conhecer, ser transparente em suas atitudes e decisões e ter sensibilidade para perceber as necessidades e anseios dos outros. Além disso, tem de ser proativo, criativo e ético, sabendo exercer autoridade sem autoritarismo e sendo capaz de tomar decisões rápidas, sem medo de delegar nem de compartilhar informações. Ele deve, ainda, saber negociar, comunicar-se com facilidade e ter controle sobre si mesmo e a equipe. E, finalmente, tem de ouvir mais do que falar, valorizar a equipe, motivar o grupo, manter-se atento às expectativas da corporação e focado em qualidade e desenvolvimento, ter flexibilidade para mudanças e, o principal: investir sempre no seu próprio crescimento pessoal e no de seus subordinados.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br 


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: trabalho, capital humano, empresa, desenvolvimento


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10/07/2014 às 07h42m


Marketing Pessoal: valorize sua marca

Certamente, você já ouviu falar em marketing pessoal, mas, não creio que tenha se convencido da importância de praticá-lo para ser bem-sucedido na vida. Por isso, apresentarei aqui alguns argumentos para você convencer-se da sua importância e dispor-se a praticá-lo imediatamente!

O primeiro passo consiste em mexer nos porões escuros da mente e jogar fora todas as suas crenças prejudiciais e destrutivas, como: 
- Dinheiro é sujo.
- Não dá pra ter tudo na vida.
- Quanto mais alto se sobe, maior é o tombo.
- É melhor ser pobre e honesto do que rico e desonesto.

Essas crenças negativas foram adquiridas lingüisticamente e, portanto, podem ser removidas também lingüisticamente. Basta querer e acreditar que afirmações positivas, declaradas com autoridade, podem ser colocadas no lugar das suas crenças negativas. 

O passo seguinte envolve autoconhecimento. Conhecendo-se, você identifica suas aptidões, talentos, fraquezas e medos, tornando-se consciente do seu ponto de partida. Nesse processo, seja realista. Olhe-se com o mesmo olhar crítico que você é capaz de lançar sobre outras pessoas. Olhe-se com isenção, sem ser muito duro nem muito complacente. Procure observar-se de fora, como se você fosse o outro. 

Por fim, descubra o que os outros pensam e falam sobre você. Mas, prepare-se, pois existe um verdadeiro abismo entre a imagem que fazemos de nós mesmos e a que os outros têm a nosso respeito. Faça os ajustes necessários para estabelecer uma congruência entre a sua auto-imagem e aquela que você projeta. Jogue limpo. Se não souber o que a outra pessoa pensa sobre você, pergunte! 

Feito isso, chegou a hora de traçar um plano de ação. Lembre-se: Marketing Pessoal é um processo de venda em que o "produto" é você. E para que os "clientes" o comprem, é preciso que você esteja comprometido consigo mesmo. Não basta uma boa embalagem. É preciso que o conteúdo seja autêntico! Você tem de acreditar em cada palavra que diz sobre si mesmo e sobre aquilo que diz que é capaz de fazer, pois se você não acreditar, dificilmente alguém acreditará.

Você sabe qual é o seu público-alvo? A quem interessa saber que você existe e que é bom em determinada atividade? Quem pagaria pela habilidade ou talento que você tem a oferecer? 

De acordo com a sua área de atuação profissional, é possível determinar um público-alvo, que deve ser cadastrado e mantido atualizado para que você possa colocar em prática uma política de relacionamento. Mas, mais importante que isso são os contatos pessoais que você pode fazer em congressos, cursos e outras atividades pertinentes à sua área de atuação. 

Quando se fala em cultivar relacionamentos, nunca é demais lembrar da Lei Paretto e concentrar-se nos 20% que poderão provocar uma melhora de 80% em sua vida! 

Como um "produto", você tem de conquistar clientes, e a interface mais importante de um produto com seus potenciais consumidores é a embalagem. No caso, sua embalagem é o seu modo de vestir-se, a sua postura pessoal e profissional, sua expressão corporal e o que você fala. Esse conjunto é a sua marca. Mantenha-se atento ao meio em que estiver inserido, procurando sempre estar adequado a ele, desenvolva suas habilidades de comunicação e mantenha-se sempre atualizado. Trabalhe para que a sua marca ocupe um lugar de destaque na mente daqueles com as quais você se relaciona, cuidando para que todo o conjunto seja harmonioso e, para que a embalagem e o conteúdo sejam congruentes! Caso contrário, o resultado pode ser devastador!


e-mail: lrsintonia@terra.com.br 

Autor: Dr. Lair Ribeiro

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26/06/2014 às 07h47m


A arte de dar e receber — Prosperidade ao seu alcance

Freqüentemente, encontramos pessoas insatisfeitas com a vida que levam, jogando a culpa de seu mal-estar no Universo, no governo, na política econômica, na escola... Essas pessoas estão jogando o jogo errado. No jogo da vida, para um ganhar o outro não precisa perder. 

Imagine que a abundância do Universo depende de uma roda e que essa roda gira em torno de dois verbos de ação: dar e receber. O modo como as pessoas se comportam em relação ao doar e receber determina em grande parte aquilo que elas são, financeiramente falando. Observe:

- Pessoas que são capazes de dar, mas não sabem receber, são soberbas.  
- Pessoas que gostam de receber, mas não querem dar, são egoístas. 
- E pessoas que não gostam nem de dar nem de receber são estéreis. 

E além de pessoas soberbas, egoístas e estéreis, há aquelas que lidam harmoniosamente com o dar e o receber: são pessoas prósperas. 

Como você é em relação a dar e receber? Saber disso é importante, porque, antes de partir para uma nova posição, é preciso saber de onde você está partindo! Você tem mais dificuldade em dar ou em receber? De posse dessas informações, você conseguirá adotar um plano de ação para trabalhar a sua deficiência e aprimorar o que você já sabe fazer!

Para começar, comprometa-se com o dízimo pessoal, que é o pagamento a você mesmo de 10% de tudo o que você receber. Esse dinheiro é seu, para guardar. Não o utilize para satisfazer necessidades imediatas. Vá juntando e faça dele dinheiro o seu imã de dinheiro. Habitue-se a manuseá-lo, acompanhe seu crescimento. E, uma vez comprometido com o dízimo pessoal, não falte com esse compromisso. A cada entrada de dinheiro, pague 10% a si mesmo. 

Além da ação de dar e receber, a roda da abundância tem seus quadrantes, representados pelos verbos declarar, solicitar, arriscar e agradecer. 

Declarar
Para declarar alguma coisa, é preciso ter autoridade para isso. A autoridade que temos sobre nossas vidas nos permite fazer declarações para nós mesmos e, assim, recriar nossa realidade. Porém, esse tipo de declaração só tem efeito a partir do momento em que você assume a sua autoridade sobre si mesmo.

Solicitar
Se você não pedir, nada lhe será dado. E tão importante quanto pedir é saber pedir. Ser objetivo e determinado pode fazer toda a diferença. Caso contrário, você corre o risco de pedir uma coisa e receber outra, completamente diferente. 

Arriscar
Na vida, é preciso arriscar, vencer o medo, ousar! Acima de tudo, é preciso confiar que o Universo está trabalhando a seu favor! A maioria das pessoas tem medos e preocupações que a impedem de ousar, de arriscar dar um passo que possa fazer toda a diferença no resultado final. São pessoas que ficam sempre no "quase", "por um fio", "faltou coragem". Autoconfiança e intuição são as forças que fazem com que as barreiras do medo sejam rompidas, impulsionando-nos para a frente, sempre!

Agradecer
Agradeça por tudo o que você tem e gostaria de ter. Lembre-se de agradecer também tudo pelo que você não têm e não gostaria de ter. Dessa forma, você estará se comunicando com o Universo, deixando-o a par do que você quer e do que você não quer para a sua vida. 
Para manter a roda da abundância girando sempre a seu favor, coloque essas atitudes em prática no seu dia-a-dia. Isso gera um padrão de energia capaz de colocá-lo em sintonia com a abundância universal, fazendo-a fluir até você. 

e-mail: lrsintonia@terra.com.br



Autor: Dr. Lair Ribeiro

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19/06/2014 às 09h38m


Beleza natural e saudável

Há pouco tempo, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou: o Brasil é o maior consumidor de remédios para emagrecer. Enquanto em nações européias o consumo de medicamentos à base de anfetaminas vem caindo, aqui a história é outra, pois juntam-se a obstinação da mulher brasileira pelo corpo perfeito, a falta de fiscalização dos órgãos competentes junto a farmácias que vendem essas drogas sem receita médica e a imprudência de médicos que emitem receituários solicitando o consumo de tais substâncias indiscriminadamente.

O uso continuado de anfetaminas, além da perda de peso, provoca aumento permanente da pressão sanguínea e distúrbios psicológicos, como agressividade, irritação, paranóia, confusão de pensamento, verborréia (excesso de palavras para dizer coisas de pouco conteúdo), compulsividade e até esquizofrenia. As mulheres constituem 90% dos usuários da droga.

Recente pesquisa revela que pessoas "bonitas" conquistam mais sucesso no ambiente de trabalho e que, além da discriminação por sexo e raça, pessoas bem cuidadas chegam a ganhar 10% mais.

O crescimento da indústria da beleza no Brasil também é revelado pelo crescente aumento de academias abertas em todo o território nacional. De acordo com matéria publicada pela Revista Veja, edição especial, em dezembro de 2003, existiam no Brasil sete mil academias, que atendiam a 3,5 milhões de alunos, representando em torno de 2% da população brasileira. Ainda com base nos dados publicados pela revista, o Brasil só perde para os Estados Unidos em número de academias, onde há 20.200 estabelecimentos abertos. E em relação ao número de pessoas matriculadas, o Brasil vem em quarto colocado, depois dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha. 

A popularização de cirurgias estéticas também revela o crescimento da indústria da beleza em nosso país. Nessa área, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a média é de 500 mil cirurgias por ano, cerca de 60% delas para fins estéticos. Dessas, 70% são em mulheres e 15% em adolescentes. 

Vítimas em potencial, as mulheres almejam ter seios como os de fulana, boca igual à de sicrana, bumbum idêntico ao de beltrana e, assim, multiplicam-se copiando corte de cabelo e medidas que não são suas, perdendo sua identidade e beleza natural. Muitas vezes, para conquistar o "corpo perfeito", exageram nos exercícios físicos, apelam para cirurgias perigosas, privam-se de uma alimentação balanceada e, como resultado, até chegam a atingir as medidas desejadas, mas acabam com a saúde. 

Não há beleza maior que a exibida por uma pessoa saudável e em paz com o espelho. Mas o que é beleza? Platão, no século 4 a.C., reconhecia o caráter sensível do belo, dizendo que a beleza é a única idéia que resplandece no mundo. Desde então, o belo e o feio entraram na pauta de discussões. O ditado "gosto não de discute" surgiu a partir das conclusões de filósofos empiristas, que relativizaram a beleza ao gosto de cada um. Por sua vez, Kant afirmou que o belo é "aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente". 

Beleza tem a ver com autenticidade e singularidade. Antes de conquistar olhares alheios, a beleza deve vir de dentro, refletindo um estilo de vida saudável e o prazer em viver bem, com saúde e feliz. O resto, é conseqüência! O que atrai as pessoas, de verdade, é o belo sorriso e o bom-humor de uma pessoa autoconfiante, pronta para alcançar o sucesso profissional e pessoal. 


Webpage: www.lairribeiro.com.br
e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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12/06/2014 às 07h46m


Como anda a sua vida financeira?

Vivemos em uma sociedade que valoriza muito o dinheiro, mas não somos educados, desde a infância, para lidar com ele. Ao contrário, crescemos cheios de crenças negativas a respeito de dinheiro. Mas, quando nos tornamos adultos, esperam que tenhamos maturidade financeira e nos tornemos pessoas bem-sucedidas e financeiramente independentes. Em geral, quando criança, ninguém aprendeu que ser bem-sucedido ou malsucedido na vida depende da sua relação com o dinheiro. 

Há muitas crenças e mitos sobre dinheiro, quase sempre associando-o a corrupção, egoísmo, sujeira, pecado. Muita gente acredita que é preciso travar um embate sangrento e violento para ter dinheiro, associando sua conquista a muita luta e sofrimento. O problema é que essas crenças e pensamentos negativos a respeito de dinheiro podem minar as suas expectativas de se tornar uma pessoa financeiramente independente. 

Como todo mundo, você deve ter ouvido muitos absurdos sobre dinheiro ainda na infância, dentro de casa, ditos por seus pais, avôs, tios e professores. Ou seja: ouviu coisas negativas sobre dinheiro ditas por pessoas que você respeitava como autoridade e em uma idade em que, como esponja, você absorvia tudo o que lhe fosse dito. Resultado: tais valores ficaram em você e se levantam como barreiras poderosas cada vez que você se depara com situações que envolvam dinheiro. 

Mas há outros problemas sérios relacionados a dinheiro, como as síndromes da falta do afeto e a da dependência. No primeiro caso, a pessoa associa dinheiro a falta de afeto; no segundo, a dependência afetiva faz com que ela não consiga ganhar o suficiente para ser financeiramente independente. 

Heranças, por incrível que pareça, também constituem um problema. Por estarem associadas à morte, exigem que o herdeiro se liberte desse estigma e aceite o dinheiro herdado sem culpa ou remorso. Enquanto isso não acontece, o herdeiro fará o possível para livrar-se do dinheiro rapidamente, seja de modo perdulário ou em negócios malsucedidos. 

Há também a síndrome de desaprovação dos pais, que incita sentimentos de culpa, medo ou revolta, dificultando que a pessoa conquiste sua prosperidade. O problema surge quando a pessoa desenvolve um medo inconsciente de se tornar mais bem-sucedida que seus pais ou quando estes a pressionam para que obtenha sucesso. Em ambos os casos, o sucesso passa bem longe da pessoa!

O primeiro passo para a independência financeira é harmonizar-se com o dinheiro, desenvolvendo com ele uma relação de amizade, sempre com pensamentos positivos a respeito de dinheiro, riqueza, prosperidade, abundância e ambição. 

Tenha sempre em mente que o Universo é potencialmente abundante e que não é preciso que alguém perca para que você seja vitorioso. Ao contrário, ambos podem sair triunfantes! Ao jogar o jogo do ganha-ganha, você e o outro sempre saem ganhando, contribuindo para expandir ainda mais a riqueza universal. Saiba que ter ambição, desejar ganhar dinheiro e enriquecer, sempre jogando o jogo do ganha-ganha, não é pecado. Assim como tornar-se mais próspero que seus pais não deve ser um fardo para você, mas simbolizar a sua gratidão pela forma como eles o criaram. Lembre-se de que temos plenos poderes sobre os nossos pensamentos e que estes são os responsáveis pela nossa realidade. Portanto, empenhe-se em formular pensamentos extremamente positivos e você terá um incentivo a mais na busca por felicidade e realização pessoal.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

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05/06/2014 às 08h42m


O que você quer ser quando crescer?

Talento é uma poupança que ganhamos ao nascer. O problema é o que fazemos com ela ao longo dos anos, pois nem todo mundo sabe administrar essa poupança. 

Hoje, trocamos nossos talentos por dinheiro, prestígio e reconhecimento quando exercemos nossas habilidades como profissão. Mas, às vezes, surge a sensação de que o nosso trabalho está longe de refletir a nossa identidade. E essa sensação aumenta quando nos damos conta de que, quando mostramos nossos talentos a outras pessoas, fora do contexto configurado pelo nosso ambiente de trabalho, somos reconhecidos por elas. Isso quer dizer que sabemos, sim, fazer algo digno de reconhecimento e que nos proporcione prazer, mas nem sempre é isso o que fazemos habitualmente, como trabalho.

Muito da nossa essência se manifesta na infância. Com os talentos não é diferente. Nas brincadeiras infantis, manifestam-se os talentos e as aptidões que acabamos por esquecer com o passar dos anos, mas que podem transformar e dar novo sentido à vida adulta, se resgatados a tempo. Você já perguntou para uma criança o que ela quer ser quando crescer? É bom se preparar para as respostas! Você pode escutar de tudo um pouco: bombeiro, atriz, jogador de futebol, astronauta... Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro a conquistar o espaço, desde pequeno sonhava alcançar as estrelas... Mas, muitas vezes, nossos talentos ou aptidões não são tão claros e definidos, ficando mais fácil esquecê-los, perdê-los pelo caminho. Porém, com calma, paciência e atenção, é possível resgatá-los.

Um bom exercício é recordar-se das atividades que lhe proporcionavam prazer nas brincadeiras dos tempos de infância. Em uma folha de papel, relacione as brincadeiras e os jogos de que mais gostava, contando detalhadamente qual era a sua função e que habilidades eram exigidas. Não tenha pressa. Se não vier tudo à mente, mantenha esse papel com você e vá acrescentando itens, conforme for se lembrando. Este é um excelente exercício de autoconhecimento e que irá ajudá-lo a redescobrir seus talentos, além de servir como um guia para potenciais profissões ou trabalhos em que você conseguiria se sair bem, reunindo prazer, felicidade e realização. 

Muitas das respostas pelas quais buscamos incansavelmente durante a vida estão guardadas dentro de nós mesmos. Basta ter coragem e determinação para buscá-las, o que não é tarefa simples. Porém, você pode se surpreender com os resultados! 

Aos pais, um conselho: da mesma forma como é importante para um adulto resgatar sua origem, relembrando suas divertidas e enriquecedoras brincadeiras dos tempos de criança, é fundamental deixar que seus filhos também vivam com primazia esse tempo de inocência, descobertas e crescimento. Não tolha os dons de seus filhos, mas incentive-os, sempre primando pelo equilíbrio, bom-senso e educação. Muitas vezes, um adulto é surpreendido por um chamado eloqüente porque, na infância, foi impedido de dar vazão às suas aptidões ainda na infância, e aquilo ficou retido bem lá no fundo, do seu "Eu interior".  Dessa forma, contribua para que seus filhos se tornem pessoas bem-sucedidas e felizes. Pequenas atitudes podem fazer a diferença na sua vida e na vida deles. Pode acreditar! 


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: talento - reconhecimento - resgatar origens


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Perfil

Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.
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