Em 27/05/2012 às 12h05 | Atualizado em 27/07/2018 às 17h22

A excelente "sopa musical" de Xisto Medeiros contagia o público em Cataguases

O paraibano Xisto Medeiros trouxe a Cataguases, além de seu forte sotaque nordestino, canções com arranjos belíssimos, letras muito mais do que interessantes e bem elaboradas, músicos de primeira linha e as influências do jazz, blues e, claro, do forró. A "sopa musical" que acertou direto no gosto do público foi mais uma iniciativa do Projeto Usina Cultural, coordenado pelo produtor Fausto Menta, com patrocínio da Energisa através da Lei de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
Xisto tocou por quase duas horas um repertório de sua autoria, exceção feita para uma música de Lenine. Alternando ritmos tradicionais brasileiros como o forró, com o jazz e o blues, o músico e compositor Xisto Medeiros, que é um excelente baixista (certamente está entre os melhores do país), revelou que conhece profundamente a música e a utiliza para se reinventar, de forma muito intimista, na maioria das vezes e, em outras, de maneira esfuziante, num forró bem animado que fica dificil permanecer sentado.
No show ele trouxe as canções de seu CD "Prana", que em sânscrito, significa sopro vital. "Prana" tem uma relação íntima com uma tragédia pessoal vivida por Xisto Medeiros: a morte prematura de sua esposa, a jornalista Ana Cláudia Freire.  Referência musical na Paraíba, Xisto integra o Quinteto da Paraíba, a Orquestra Sinfônica da Paraíba e faz parte da banda de Chico César. Com todo este "curriculum', não podia ter outro resultado senão o enorme sucesso de sua apresentação no Anfiteatro Ivan Müller Botelho. (Com fotos de Juliana Junqueira)
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