01/09/2017 às 19h43m


Combater drogas e alcoolismo





Paiva Netto

É desde cedo que se aprende como é ingrato o destino que as drogas e o álcool apresentam às criaturas. As lamentáveis consequências saltam aos olhos de todos. Basta ver quantas vítimas no trânsito, a infelicidade no seio das famílias, os altíssimos custos que acarretam ao sistema de saúde. Apenas para citar o álcool, segundo o Ministério da Saúde, estima-se um número de dependentes entre 10% e 15% da população mundial.

As iniciativas que têm por finalidade tratar humanamente dos que caíram nessas armadilhas do vício ou cuidar da prevenção contra esses males merecem todo o apoio e incentivo. Combater o que faz mal às pessoas é também legítima caridade.

Lei seca mais rígida

É providencial a nova Lei Seca no Brasil que entrou em vigência em 2012. Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), são regras mais severas com o propósito de reduzir as mortes e os acidentes de trânsito provocados pelo consumo de álcool.

Em 13 de outubro de 2016, o Portal Brasil publicou novas regras para o cumprimento da Lei Seca. De acordo com o site, desde 1o de novembro, o condutor pego pela Operação Lei Seca dirigindo alcoolizado ou que se recusa a fazer o teste do bafômetro passou a pagar uma multa superior ao valor de R$ 1.915 cobrado anteriormente. "Devido a mudanças na legislação de trânsito, o valor subirá para R$ 2.934,70, e o motorista ainda terá a carteira de habilitação suspensa pelo prazo de 12 meses".

Do respeito a essa Lei dependem vidas humanas. Quanto sofrimento poderá ser evitado!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.



Autor: Paiva Netto

Tags relacionadas: drogas,alcoolismo,trânsito,lei


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24/08/2017 às 13h34m


A Caridade pura não aceita o egoísmo

A Caridade pura não aceita o egoísmo

Paiva Netto

Quem se integra no verdadeiro espírito da Caridade não mais aceita o egoísmo. Deus é quem nele habita. E este sentido de Fraternidade, Solidariedade, Generosidade, que é Deus, vive em todos e por todos os seus Irmãos em humanidade. Disse o Buda (aprox. 556-486), o iluminado mentor que nasceu na Índia: "O sofrimento é universal; a causa do sofrimento são os desejos egoístas; a cura do sofrimento está em libertar-se dos desejos; o modo de livrar-se dos desejos é através de uma perfeita disciplina mental".

Deus é Caridade. Em sua Primeira Epístola, 4:8 e 16, João Evangelista explica que "Deus é Amor". Ora, Caridade é sinônimo de Amor. Todos precisam dele, o mundo necessita de Caridade. Eis a Estratégia Divina para a perfeita condução dos povos, quando os seres humanos alcançarem que Política plena é aquela que, cuidando do cidadão, infere que este, além de corpo, também possui Alma. Diante desse Ser completo, teremos uma nação integrada na Solidariedade Ecumênica, portanto Social, Altruística. Quando isso ocorrer, o sofrimento, incluído o psíquico, passará ao largo. Afinal, vivemos o terceiro milênio. Algo terá de mudar, nem que demore mil anos.

Erigir um Império de Boa Vontade

A Caridade, na sua expressão mais profunda, deveria ser um dos principais estatutos da Política, porque não se restringe ao simples e louvável ato de dar um pão. É o sentimento que — iluminando a Alma do governante, do parlamentar e do magistrado — conduzirá o povo ao regime em que a Solidariedade é a base da Economia, entendida no seu mais amplo significado. Isso exige uma reestruturação da Cultura, por intermédio da Espiritualidade Ecumênica e da Pedagogia do Afeto, no meio popular e como disciplina acadêmica. Contudo, no campo intelectual, que o seja sem qualquer tipo de preconceito que reduza, em determinadas ocasiões, a perspectiva de grandes pensadores analíticos, pelo fato de alguns deles se submeterem a certos dogmatismos ideológicos e científicos, o que é inconcebível partindo de mentes, no supino, lucubradoras. Até porque a Ciência é pródiga em conquistas para o bem comum. Mas também, no seio dela, houve os que muito sofreram incompreensão, por causa do convencionalismo castrador, mesmo de certos pares que apressadamente os prejulgavam. Vítimas deles foram Sócrates, Bias, Baruch Spinoza, Dante Alighieri, Galileu Galilei, Semmelweis, William Harvey, Samuel Hahnemann, Maria Montessori, Luiza Mahin, dr. Barry J. Marshall, dr. J. Robin Warren e outros nomes célebres, universalmente acatados.

Em suma, a Caridade, sinônimo de Amor, é uma Ciência especial, a vanguarda de um mundo em que o ser humano será tratado como merece: de forma humana, portanto, civilizada. Estaríamos, assim, erigindo um Império de Boa Vontade neste planeta, o estado excelente para o Capital de Deus, que circula por todos os cantos e não mais pode aceitar especulação criminosa de si mesmo. (...)

Esta ponderação da educadora e escritora brasileira Cinira Riedel de Figueiredo (1893-1987) vem ao encontro do que anteriormente abordamos: "De cada homem e cada mulher depende o aprimoramento de tudo quanto nasce, cresce, vive e se transforma sobre a Terra, porque, de fato, nada morre. Existe uma contínua transmutação, e devemos ser os guias para que essa transformação se faça uma ascensão constante, tornando-se cada vez mais bela e mais perfeita para representar melhor a vida que a anima".

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.


Autor: Paiva Netto

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03/08/2017 às 12h25m


Reflexão de Boa Vontade

Saber querer, de acordo com Jesus

 

Jesus é o Cristo Ecumênico, o Estadista Supremo, porquanto apenas o pensamento divinamente universalista pode propor a existência de uma sociedade em que os seres humanos se respeitem em tamanho grau de Fraternidade.

Impossível?! Jamais!

Estamos perante uma simples questão de saber querer, passe o tempo que for necessário. Imprescindível é que perseveremos em Cristo Jesus, como Ele próprio sabiamente exige no Apocalipse, segundo João, 3:10: "Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também Eu te guardarei da hora da tormenta que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra".

 

A palavra de Martin Luther King Jr.

E que certos homens de bem parem de se esconder de uma vez por todas! Ainda ressoa a lástima do destemido pastor norte-americano Martin Luther King Jr. (1929-1968): "Nossa geração haverá de lamentar não apenas as palavras e ações odiosas dos perversos, mas o estarrecedor silêncio das pessoas boas". (O destaque é nosso.)

Exato!

Contudo, não há neste orbe quem seja perfeitamente bom ou totalmente mau. Por causa disso, há sempre a possibilidade de corrigir-se. E que aqueles considerados bons não se tornem arrogantes na sua bondade! No entanto, e o mundo reclama com razão, que os bons sejam mais audazes nas suas obras, a fim de merecer o reconhecimento dos que esperam deles a atitude devida. Jesus deplora o comportamento omisso, conforme este Seu lamento, que antes mencionamos: "Os filhos da Terra são mais perspicazes do que os filhos da Luz". Jesus (Lucas, 16:8)

Só com ação decidida e talentosa no Amor e na Justiça Divinos finalmente teremos "um novo Céu e uma nova Terra" — transformação que tem início no Espírito de cada um ou de cada uma —, de acordo com promessa constante do Livro das Profecias Finais, 21:1: "E vi novo Céu e nova Terra, porque o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe".


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25/07/2017 às 12h20m


Os Quatro Pilares do Ecumenismo


Em minha obra Sabedoria de Vida, afirmo que o Ecumenismo é a Vontade Universal de viver em Paz. Sem esse conhecimento não pode haver Política, muito menos a de Deus, do Cristo e do Espírito Santo.

Eis os Quatro Pilares do Ecumenismo, preconizados pela Religião do Terceiro Milênio:

1) Ecumenismo Irrestrito (Alziro Zarur);

2) Ecumenismo Total (Alziro Zarur);

3) Ecumenismo dos Corações (Paiva Netto);

4) Ecumenismo Divino (Paiva Netto).

Os Pilares Ecumênicos da Política de Deus

A Política de Deus encontra-se espiritualmente aí, mas irá se consolidar no coração dos seres do Mundo ainda Invisível, que vivem no astral próximo à Terra, e, por consequência, no dos humanos. É sobre aquilo que escrevi e que o dr. Bezerra de Menezes (Espírito) lhes tem aconselhado a estudar bastante: A Abrangente Missão do Templo da Boa Vontade*1. Assim nos fortaleceremos sobre o último dos Quatro Pilares do Ecumenismo*2. Estaremos diante da sublime conceituação da Religião do Terceiro Milênio sobre o Ecumenismo Divino, ou seja, o contato socioespiritual entre a criatura e seu Criador, visto que estamos abordando a Política sob o Critério do Cristo nos Universos, físicos e espirituais. (...) Portanto, a universalização do ser humano, que se integra na sua Origem Divina, tornando-se o Homem-Vertical, quer dizer, o Homem-Espiritual (de que falou Emmanuel no livro Pão Nosso), ou, mais, o Homem-Espírito!

A propósito, até poderíamos chamar esses pilares do Ecumenismo, acerca dos quais tenho tratado com vocês, também de "Os Quatro Pilares da Política de Deus". Reparem que o terceiro deles, o Ecumenismo dos Corações, traz a sua contribuição social, para que, esquecendo as diferenças separatistas e tantas vezes cruéis — porque sabemos que o único juiz autorizado a nos medir espiritualmente é Deus —, nos preocupemos com o socorro às criaturas terrestres. Dessa forma, lutaremos pela implantação de uma Sociedade verdadeiramente Solidária Altruística Ecumênica.

O Ecumenismo dos Corações é aquele que nos convence a não perder tempo com ódios e contendas estéreis, mas a estender a mão aos caídos, pois se comove com a dor; tira a camisa para vestir o nu; contribui para o bálsamo curativo do que se encontra enfermo; protege os órfãos e as viúvas, como ensina Jesus, no Evangelho, segundo Mateus, 10:8. Quem compreende o alto sentido do Ecumenismo dos Corações sabe que a Educação com Espiritualidade Ecumênica se tornará cada vez mais fundamental para o progresso dos povos, porque Ecumenismo é Educação aberta à Paz; para o fortalecimento de uma nação (não para que domine as outras); portanto, o abrigo de um país e a sobrevivência do orbe que nos agasalha como filhos nem sempre bem-comportados. 

O Ecumenismo Irrestrito, que é também de Jesus, de Seu Poder e de Sua Autoridade, prega o perfeito relacionamento entre todas as criaturas da Terra. Ou seja, o Divino Modelo de Sociedade, pelo qual batalha a Política de Deus: Sociedade Solidária Altruística Ecumênica, base da Economia no futuro, a verdadeiramente solidária. Lembrem-se de que, tantas vezes, lhes disse que a Economia é a mais espiritual das ciências ou arte. Pode parecer curioso a alguns; no entanto, o ser humano de coração bem formado, por princípio, será incapaz de fazer da Economia o caminho para a miséria de multidões.

E o segundo pilar, o Ecumenismo Total, que preconiza a fraterna aliança da Humanidade da Terra com a do Mundo Espiritual Superior e com qualquer civilização que possa haver no Espaço Sideral, também faz parte da União das Duas Humanidades, proposta por Zarur como "a chave do segredo do governo dos povos".

*1 e 2 A Abrangente Missão do Templo da Boa Vontade e Os Quatro Pilares do Ecumenismo — Leia sobre o assunto no segundo volume da coleção Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, no capítulo "Quanto à Abrangência do Templo da Boa Vontade", p. 277, ou na revista JESUS ESTÁ CHEGANDO!, edição comemorativa dos 10 anos da Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, que traz a Tese de Vanguarda da Religião Divina: Os Quatro Pilares do Ecumenismo.



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12/07/2017 às 12h36m


Reflexão de Boa Vontade

Agentes do nosso futuro ou para o entendimento correto da Profecia


Urge demonstrar que Profecia, e aqui me refiro aos vaticínios bíblicos, não é forçosamente sinônimo de flagelo, mas a exposição das correlações entre causa e efeito. Ela é somatório daquilo que antes realizamos de bom ou de mau. Faz-se necessário que aprendamos isso a fim de torná-la elemento para o progresso consciente, de modo que nos transformemos, em completo juízo, em agentes do nosso futuro, na Terra e no Céu.

Não é vão o comentário do escritor francês Joseph Joubert (1754-1824): "Quando de um erro nosso surge uma infelicidade, injuriamos o destino".


E olhem que fazemos isso com o Apocalipse, como se ele fosse culpado de todos aqueles dramas que ali se encontram. Não! Os flagelos nele contidos só ferem aqueles que agridem a Lei Divina. Trata-se de simples processo de causa e efeito.


Por isso, chamo a atenção de todos para um aspecto fundamental da origem profética: a Trindade Divina acompanha o nosso comportamento, dele tirando antecipadamente as conclusões, resultantes dos nossos atos bons ou maus.


Dois e dois são quatro, na aritmética mais simples. De igual modo, os Espíritos de Luz, observando a Matemática Celeste, projetam os efeitos da nossa semeadura no mundo. A isso se dá o nome de Profecia.


Vocês sabem que, se puserem a mão no fogo, vão queimá-la. Se caírem na água, podem morrer afogados ou afogadas caso não saibam nadar, ou até mesmo o sabendo.


Além disso, o Apocalipse tem suas consequências espirituais, morais; portanto, sociais, humanas, políticas, filosóficas, científicas, econômicas, esportivas, artísticas e religiosas mais do que nunca. Digo sempre que é na esfera da Religião que tudo começa, porque se refere ao sentimento das criaturas, ainda que ateias. Parece um paradoxo, mas não é. Pensem, por favor, nisso.


Alziro Zarur (1914-1979) asseverava que "É no campo religioso que se encontram as soluções de todos os problemas humanos e sociais".


O último Livro da Bíblia Sagrada é carta de alertamento de um Amigo — no caso, Deus —, enviada a nós por intermédio do Cristo e do Espírito Santo, escrita com Amor Fraterno para as Suas criaturas.


 Iluminar as estradas da nossa vida

No meu livro Jesus, o Profeta Divino, pergunto se, por acaso, são as folhas de papel nas quais estão impressas as profecias bíblicas que provocam essas catástrofes (que cultivamos pelo planeta) ou nossa estupidez militante e ganância sem termo? É simplesmente a Lei de Causa e Efeito em plena ação! Não foi o Apocalipse que se valeu da era atômica com o intuito de matar populações inteiras.

Na mesma obra, afirmo que o Apocalipse não foi feito para apavorar com os caminhos obscuros do mistério, mas para iluminar as estradas da nossa vida, porque Apocalipse significa Revelação. E, como é Revelação, mostra-nos o que estava oculto. E, se descobrimos o que estava encoberto, perdemos o temor das coisas. O desconhecimento é o pai e a mãe da ignorância, a geradora do medo.



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03/07/2017 às 12h19m


Crime do desperdício

Urge impedir o desperdício. É providência sensata, humanitária, em todas as áreas e das mais diferentes classes sociais. É um crime, por exemplo, deixar estragar alimentos, quando milhões de pessoas ainda passam fome.
O dr. Alan Bojanic chamou a atenção para esse fato em entrevista ao programa Biosfera, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canal 196). Engenheiro agrônomo boliviano, ele é representante da FAO no Brasil:
"A FAO fez um estudo amplo para ver a porcentagem de perdas de alimentos no mundo. Temos uma cifra que é muito — vamos dizer — dolorosa! Depois que o produto é coletado, até chegar ao consumidor, e mesmo na casa dos consumidores, temos perdas muito altas. É quase um terço de toda a produção mundial que vai — se pode dizer — para o lixo. Uma produção muito importante, que tem implicações de todo tipo, em primeiro lugar, humanitárias, porque é comida que poderia ser dada para muitas pessoas carentes. É um absurdo ambiental, pois muita energia foi gasta na produção. E também tem a ver com a ineficiência econômica. Então, é um absurdo humanitário, ambiental e econômico-financeiro".
Em O Capital de Deus, livro que estou preparando, comento uma passagem evangélica, que nos traz instrutiva lição.
Conhecedor dos Soberanos Estatutos da Economia de Deus, ainda ignorados pelos seres humanos, Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, pôde realizar o milagre da multiplicação de peixes e pães, conforme o relato de Mateus, 14:13 a 21.

A Primeira Multiplicação de Pães e Peixes
"13 Jesus, ouvindo que João Batista fora decapitado por ordem de Herodes, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte. Sabendo disso, as massas populares vieram das cidades, seguindo-O por terra.
"14 Desembarcando, Ele viu uma grande multidão. Compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.
"15 Ao cair da tarde, aproximando-se Dele, os discípulos Lhe disseram: Senhor, o lugar é deserto, e vai adiantada a hora. Despede, pois, esse povo para que, indo pelas aldeias, compre para si o que comer.
"16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, o alimento.
"17 Ao que Lhe responderam: Senhor, não temos aqui senão cinco pães e dois peixinhos!
"18 Então, o Mestre ordenou-lhes: Trazei-os a mim.
"19 E, tendo mandado que todos se assentassem sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixinhos, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, havendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.
"20 Todos comeram e se fartaram. E, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos repletos.
"21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças".

Além disso, não nos esqueçamos do que o Divino Benfeitor nos ensinou a respeito da capacidade pessoal de cada ser humano, ao dizer: "Vós sois deuses. Eu voltarei ao Pai, vós ficareis aqui na Terra, portanto, podereis fazer muito mais do que Eu" (Evangelho, segundo João, 10:34 e 14:12).

A quem, talvez por ócio, analisando o trecho anterior, argumentasse que Jesus é um caso especial e, por isso, não há parâmetros para se comparar a nossa competência à Dele, divinamente superior, poderíamos considerar que não seria necessário subirmos a tamanha grandeza, bastando que os que têm posses deixassem de desperdiçar tanto. Seria um passo. Sim, mas um passo considerável. Como observou Confúcio (551-479 a.C.): "Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha".
Destaquemos que, no versículo 20 do capítulo 14, o Evangelista Mateus revela: "Todos comeram e se fartaram. E, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos repletos".
Quer dizer, não jogaram fora o que lhes sobejou. As apreciáveis porções haveriam de, em nova oportunidade, beneficiar aquela gente ou outra. Costumo dizer que a migalha de hoje é a farta refeição de amanhã. Reflitamos sobre isso.


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Autor: Paiva Netto

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20/06/2017 às 12h01m


A Sublime Existência entre nós

No capítulo 17 do Evangelho narrado por João, Jesus deixou-nos uma das mais belas e tocantes páginas de Sua Sublime Existência — a Oração ao Pai Celestial, em que mostra toda a força do Seu Amor àqueles que Lhe foram entregues por Deus para cuidar. E, como dedicado Pastor do rebanho humano, ensinou a respeito do Seu Mandamento Novo — "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos". Assegurou que "ninguém tem maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35 e 15:13). E o Cordeiro de Deus imolou-Se pelo mundo. Até em favor dos que se consideravam Seus adversários e O levaram à crucificação. De fato, não há maior altruísmo que esse — oferecer-se em sacrifício pela Humanidade, alheia à sua sobrevivência coletiva. Ocorre, no entanto, que ao terceiro dia o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ressuscitou, esteve quarenta dias com os discípulos, e o anúncio de Seu glorioso retorno à Terra — não mais para ser crucificado — é tão presente na Sua Missão, que os Anjos o confirmam no momento de Sua volta ao Plano Espiritual: "E ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos. E, estando todos com a visão fita no Céu, enquanto Ele subia, eis que dois Anjos vestidos de branco se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Galileus, por que estais olhando para o Alto? Este Jesus, que dentre vós foi alçado aos Céus, assim voltará como O vistes subir" (Atos dos Apóstolos, 1:9 a 11).

Maior ênfase à Ressurreição
No dia 1o de abril de 1983, na Casa D’Itália, em Salvador/BA, ao lançar o Livro Jesus — O Cristo de Deus (1983), proferi um discurso acerca do Divino Amigo da Humanidade, visto nos encontrarmos numa Sexta-Feira Santa. Gostaria de apresentar-lhes, por oportuno, estas minhas palavras no ensejo de que todos nos revistamos do infinito Amor do Novo Mandamento do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35). Anunciando nessa data que Jesus vive, fraterna contribuição a todos os que acreditam na existência eterna, a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo transformou o chamado dia da mentira no Dia da Verdade:
Na Sua vitória sobre a morte está a mola impulsionadora do Cristianismo, a certeza do triunfo, sobre si mesmos, dos Seus discípulos: Jesus está vivo! A grande Mensagem da Semana Santa na atualidade, quando os povos insistem em invocar a morte, fazendo dela a sua deusa, é que o Divino Chefe nunca esteve realmente morto. O Espírito não se extingue. Razão por que somos imortais. Fomos criados à imagem e semelhança do Altíssimo. E "Deus é Espírito", consoante revelou o Educador Celeste à samaritana no poço de Jacó (Evangelho, segundo João, 4:24). Jesus Espírito ressurgiu aos olhos humanos. Com esse ato extraordinário, criou na Alma dos Seus seguidores coragem capaz de enfrentar — suplantando-os à custa de suas próprias vidas, se preciso fosse — todos os ódios e perseguições mundanas, sem que sejam também portadores desse comportamento malsão. Por isso sempre destaco, na Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo: valentia é aceitar uma incumbência, por mais difícil que pareça, e levá-la, com todo o brio, até o término, sem desanimar, com os olhos fitos no Cristo de Deus. 
Como exaltava Alziro Zarur (1914-1979), "se Jesus não tivesse ressuscitado, não haveria Cristianismo".

Jesus venceu a morte
Conta o Evangelho, conforme Lucas, 9:60, que, certa feita, a um jovem que desejava segui-Lo, contudo antes pretendia sepultar o pai, que morrera, o Excelso Pedagogo, com o fito de testá-lo, aconselhou: "Deixa aos mortos enterrarem seus mortos. Tu, porém, vai, e anuncia o Reino dos Céus". 
E nas anotações de Marcos, 12:27: "Deus não é Deus de mortos, mas de vivos", isto é, de seres eternos. E completou: "Por não crerdes nisso, errais muito".
O inesquecível recado de Sua Paixão, principalmente para esta época de tempos chegados, é a vitória sobre a morte.
Na Primeira Carta aos Coríntios, 15:55, encontramos esta contundente indagação do Apóstolo Paulo: "Morte, onde está a tua vitória? Onde, o teu aguilhão?".
Na verdade, os mortos não morrem. Para os que têm "olhos de ver e ouvidos de ouvir*", repetimos sempre, a morte é um boato. Ao derrotá-la, Jesus pôde demonstrar o que dissera na Boa Nova dos relatos de João, 16:33: "Eu venci o mundo". E o Mestre quer que, com Ele, igualmente o façamos. Quando as nações conhecerem melhor a realidade da vida espiritual, eterna, vão reformular tudo nos relacionamentos sociais, inclusive no âmbito planetário. Por enquanto, a sociedade permanece firmada quase que unicamente na matéria, que é um manto a esconder do ser humano o verdadeiro sentido de sua existência. Daí os equívocos, por vezes trágicos, não apenas na Religião, mas na Política, na Arte, nos Esportes, na Ciência, na Filosofia, e por aí vai. É comparável à lenda egípcia dos peixes que, vivendo no fundo de um laguinho, não davam crédito às notícias da presença de rios, mares e oceanos imensamente superiores ao seu restrito hábitat, preferindo, temerosos, vagar pela escuridão da mediocridade. É o caso das criaturas terrenas imprevidentes, ameaçando-se a si mesmas com os perigos inenarráveis de uma destruição indescritível, pois o pequeno lago veio a secar, e todos sucumbiram estorricados. Entretanto, como afirmava Teócrito (320-250 a.C.), "enquanto há vida, há esperança". E a Vida é eterna.

____________________
* "Olhos de ver e ouvidos de ouvir" — Esta frase se encontra no Corão Sagrado, 32a Surata ("As Sajda"):12: "(...) Ó Senhor nosso, agora temos olhos de ver e ouvidos de ouvir (...)". Também no versículo 8 do capítulo 8 do Evangelho de Jesus, segundo Lucas, podemos ler: "(...) Quem tem ouvidos de ouvir ouça".




Autor: Paiva Netto

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01/06/2017 às 12h38m


A Sublime Existência entre nós

No capítulo 17 do Evangelho narrado por João, Jesus deixou-nos uma das mais belas e tocantes páginas de Sua Sublime Existência — a Oração ao Pai Celestial, em que mostra toda a força do Seu Amor àqueles que Lhe foram entregues por Deus para cuidar. E, como dedicado Pastor do rebanho humano, ensinou a respeito do Seu Mandamento Novo — "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos". Assegurou que "ninguém tem maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35 e 15:13). E o Cordeiro de Deus imolou-Se pelo mundo. Até em favor dos que se consideravam Seus adversários e O levaram à crucificação. De fato, não há maior altruísmo que esse — oferecer-se em sacrifício pela Humanidade, alheia à sua sobrevivência coletiva. Ocorre, no entanto, que ao terceiro dia o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ressuscitou, esteve quarenta dias com os discípulos, e o anúncio de Seu glorioso retorno à Terra — não mais para ser crucificado — é tão presente na Sua Missão, que os Anjos o confirmam no momento de Sua volta ao Plano Espiritual: "E ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos. E, estando todos com a visão fita no Céu, enquanto Ele subia, eis que dois Anjos vestidos de branco se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Galileus, por que estais olhando para o Alto? Este Jesus, que dentre vós foi alçado aos Céus, assim voltará como O vistes subir" (Atos dos Apóstolos, 1:9 a 11).

Maior ênfase à Ressurreição
No dia 1o de abril de 1983, na Casa D’Itália, em Salvador/BA, ao lançar o Livro Jesus — O Cristo de Deus (1983), proferi um discurso acerca do Divino Amigo da Humanidade, visto nos encontrarmos numa Sexta-Feira Santa. Gostaria de apresentar-lhes, por oportuno, estas minhas palavras no ensejo de que todos nos revistamos do infinito Amor do Novo Mandamento do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35). Anunciando nessa data que Jesus vive, fraterna contribuição a todos os que acreditam na existência eterna, a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo transformou o chamado dia da mentira no Dia da Verdade:

Na Sua vitória sobre a morte está a mola impulsionadora do Cristianismo, a certeza do triunfo, sobre si mesmos, dos Seus discípulos: Jesus está vivo! A grande Mensagem da Semana Santa na atualidade, quando os povos insistem em invocar a morte, fazendo dela a sua deusa, é que o Divino Chefe nunca esteve realmente morto. O Espírito não se extingue. Razão por que somos imortais. Fomos criados à imagem e semelhança do Altíssimo. E "Deus é Espírito", consoante revelou o Educador Celeste à samaritana no poço de Jacó (Evangelho, segundo João, 4:24). Jesus Espírito ressurgiu aos olhos humanos. Com esse ato extraordinário, criou na Alma dos Seus seguidores coragem capaz de enfrentar — suplantando-os à custa de suas próprias vidas, se preciso fosse — todos os ódios e perseguições mundanas, sem que sejam também portadores desse comportamento malsão. Por isso sempre destaco, na Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo: valentia é aceitar uma incumbência, por mais difícil que pareça, e levá-la, com todo o brio, até o término, sem desanimar, com os olhos fitos no Cristo de Deus. 

Como exaltava Alziro Zarur (1914-1979), "se Jesus não tivesse ressuscitado, não haveria Cristianismo".

Jesus venceu a morte
Conta o Evangelho, conforme Lucas, 9:60, que, certa feita, a um jovem que desejava segui-Lo, contudo antes pretendia sepultar o pai, que morrera, o Excelso Pedagogo, com o fito de testá-lo, aconselhou: "Deixa aos mortos enterrarem seus mortos. Tu, porém, vai, e anuncia o Reino dos Céus". 

E nas anotações de Marcos, 12:27: "Deus não é Deus de mortos, mas de vivos", isto é, de seres eternos. E completou: "Por não crerdes nisso, errais muito".

O inesquecível recado de Sua Paixão, principalmente para esta época de tempos chegados, é a vitória sobre a morte.

Na Primeira Carta aos Coríntios, 15:55, encontramos esta contundente indagação do Apóstolo Paulo: "Morte, onde está a tua vitória? Onde, o teu aguilhão?".

Na verdade, os mortos não morrem. Para os que têm "olhos de ver e ouvidos de ouvir*", repetimos sempre, a morte é um boato. Ao derrotá-la, Jesus pôde demonstrar o que dissera na Boa Nova dos relatos de João, 16:33: "Eu venci o mundo". E o Mestre quer que, com Ele, igualmente o façamos. Quando as nações conhecerem melhor a realidade da vida espiritual, eterna, vão reformular tudo nos relacionamentos sociais, inclusive no âmbito planetário. Por enquanto, a sociedade permanece firmada quase que unicamente na matéria, que é um manto a esconder do ser humano o verdadeiro sentido de sua existência. Daí os equívocos, por vezes trágicos, não apenas na Religião, mas na Política, na Arte, nos Esportes, na Ciência, na Filosofia, e por aí vai. É comparável à lenda egípcia dos peixes que, vivendo no fundo de um laguinho, não davam crédito às notícias da presença de rios, mares e oceanos imensamente superiores ao seu restrito hábitat, preferindo, temerosos, vagar pela escuridão da mediocridade. É o caso das criaturas terrenas imprevidentes, ameaçando-se a si mesmas com os perigos inenarráveis de uma destruição indescritível, pois o pequeno lago veio a secar, e todos sucumbiram estorricados. Entretanto, como afirmava Teócrito (320-250 a.C.), "enquanto há vida, há esperança". E a Vida é eterna.

* "Olhos de ver e ouvidos de ouvir" — Esta frase se encontra no Corão Sagrado, 32a Surata ("As Sajda"):12: "(...) Ó Senhor nosso, agora temos olhos de ver e ouvidos de ouvir (...)". Também no versículo 8 do capítulo 8 do Evangelho de Jesus, segundo Lucas, podemos ler: "(...) Quem tem ouvidos de ouvir ouça".





Autor: Paiva Netto

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26/05/2017 às 14h26m


Aqui se estuda. Formam-se Cérebro e Coração

Num clima de muita alegria, tive a honra de comandar, em 4 de julho de 2009, a sessão solene de encerramento do 34o Fórum Internacional da Juventude Ecumênica da Boa Vontade, cujo tema foi inspirado no meu artigo "É urgente reeducar!". Esse documento, também editorial da revista Sociedade Solidária, foi encaminhado pela LBV à Organização das Nações Unidas, ONU, em vários idiomas.

Durante o Fórum — transmitido pela Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet) —, apresentei trechos de outra página minha, constante do livro O Capital de Deus. Atendendo a pedidos, trago alguns apontamentos que fiz naquele dia memorável:

O Espírito do ser humano, na Terra, é, no campo social, o começo de tudo. Não se pode modificá-lo por decreto.

É claro que as leis que promovem educação, saúde, alimentação, emprego, portanto condições melhores de vida, vão dar resultado, se bem estruturadas, regulamentadas e respeitadas. Contudo, não se transforma realmente uma pessoa por pura e simples imposição.

Trata-se de largo trabalho que deve, além de instruir e educar, principalmente reeducar, o que significa dizer: iluminar a instrução comum com o luzeiro da Espiritualidade Ecumênica. A cultura humana, por milênios de progresso intelectual, tem se firmado em termos gerais na falsa perspectiva de que as criaturas podem por inteiro realizar-se pelos bens materiais ou circunstâncias fora delas próprias. Torna-se imprescindível grande força de vontade individual e disciplina interior para romper a ignorância e perceber que a maior e mais completa de todas as riquezas, que é o Reino de Deus, "está dentro de nós" (Evangelho de Jesus, segundo Lucas, 17:21).

Conforta-nos o conhecimento de que o Universo é dotado de sábio mecanismo para nos resgatar dos pesadelos terrenos, desde que estejamos, de fato, decididos a deixá-los para trás. Antigo ditado oriental ensina que, "quando o discípulo está pronto, o mestre aparece". E Albert Einstein (1879-1955) define: "Deus é sutil, mas não é maldoso".

Insisto que não se trata apenas de ampliar os horizontes culturais do educando, o que é necessário, mas não é tudo. Em geral, quando se fala em cultura neste mundo, resume-se somente ao intelecto, e não é o suficiente. No Conjunto Educacional Boa Vontade em São Paulo e em suas escolas no país, encontra-se, em destaque, logo na entrada: Aqui se estuda. Formam-se Cérebro e Coração.

Luz e sabedoria espiritual
Aquele que experimenta, um pouco que seja, dos cenários divinos que habitam sua Alma não mais se conforma com as recompensas superficiais e efêmeras do egoísmo. Ao contrário, lutará incessantemente para despir-se das ilusões de seu ego, a fim de trajar-se com o cintilante tecido do Amor e da Justiça universais. Essa metamorfose espontânea do indivíduo — descoberta da verdadeira identidade espiritual — é fórmula segura e duradoura para a almejada reforma da sociedade, que não virá em sua plenitude se o Espírito do cidadão (ou cidadã) não for levado em alta conta.

O Novo Céu da consciência de cada um, gerando a Nova Terra da harmonia e do respeito entre todos, na Religião, na Política, na Ciência, no Esporte, na Arte, na Economia, na vida doméstica e na vida pública, e assim por diante, é instaurar no planeta a civilização que o Divino Estadista aguarda de nós.




Autor: Paiva Netto

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19/05/2017 às 14h30m


Brasil, berço da esperança

O Brasil é o berço de esperança de uma sociedade em que, a despeito de todos os dissabores, será possível viver em Paz consigo mesmo e com o próximo. Trata-se de terra generosa, em que a Solidariedade assumirá o papel de garantir o ensejo de uma vida próspera para todos, como descreveu o filósofo e sociólogo italiano Pietro Ubaldi (1886-1972): "A grande qualidade do Brasil, o que estabelece sua função vital, é o sentimento, o coração. Nesta terra estão as raízes daquela expansividade de afetos, que é a qualidade humana que, mais tarde, evoluindo, será a mais apta a sublimar-se no amor evangélico".

Ainda teremos uma pátria em que cada um se sentirá incluído no significado maior da existência humana e cidadã: louvar o Criador enquanto serve à criatura, porque esta particulariza o sagrado altar no qual Ele deve ser adorado. Não há outra forma de engrandecer a Divindade, que é Amor, aliando Fé à Ação, construindo uma Política que tenha o bem-estar do povo, a ter início no elevado ensino para a sua Alma, como meta. É um trabalho que leva tempo? É um ideal ilusório?! Grande equívoco o de quem pensa assim. Há bastante tempo, Jean-Baptiste Descuret (1795-1872) demonstrou que "muito se engana quem acredita poder afirmar que a paciência é a força dos fracos, pois é preciso ser muito forte e moderado para tê-la em qualquer ocasião". (...) Há leitores ateus que me honram com sua cortesia às minhas modestas considerações. A eles, com humildade, digo que, no tocante a Deus, pode ser entendido como Fraternidade e Solidariedade, a melhor maneira de viver como povo. (...) O Brasil realmente será o Coração do Mundo e a 
Pátria do Evangelho-Apocalipse, apesar de todos os que ainda querem espalhar frustração por onde a Esperança persevera. Ensinou Jesus: "O que não é possível ao homem para Deus é sempre possível" (Boa Nova, segundo Mateus, 19:26).




Autor: Paiva Netto

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Perfil

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central.
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