19/10/2013 às 08h46m


Até Breve

Isso não é um adeus, mas apenas um até breve.

Quando comecei as minhas postagens no Grupo Sem Censura na rede social Facebook não tinha a menor ideia de onde aquilo poderia chegar, mas sabia exatamente o objetivo. Queria deixar para a população de Cataguases uma ferramenta de denúncias, cobranças, fiscalização aos políticos da nossa cidade. Também era objetivo chamar a comunidade a debater os temas da cidade, assim como ser um espaço de solidariedade e de publicidade das coisas que acontecem na nossa Cataguases. Não a publicidade comercial, de vender alguma, mas sim a de divulgar os feitos.

Ao final, queria que o grupo movesse não só os políticos, mas também a sociedade para que todos, em conjunto, ajudassem a solucionar os problemas de Cataguases.

O grupo cresceu. Em meio a tantas turbulências ganhou credibilidade e respeito. Tanto é verdade, que recebi, com muita honra o convite do Marcelo Lopes, editor desse site para ser colunista nesse espaço, o que aceitei de prontidão com muita honra. 

Foram 6 meses de muitos assuntos, denúncias, cobranças, sugestões, reflexão. Alguns polêmicos, como o caso do Flávia Dutra e outros parecem que passaram despercebidos. Textos às vezes longos, outros curtos, mas todos, sem dúvida alguma, escrito com extremo prazer.

Um dos objetivos que tenho é o de ajudar a cidade a melhorar sempre. Por isso não faço só cobranças, mas também sugestões. Não só aqui nesse espaço, ou no Sem Censura do Facebook. Quando tenho a oportunidade de encontrar com alguém que seja capaz de fazer alguma coisa pela cidade dou os meus pitacos. Falo as mesmas coisas que falo nesse espaço.

Infelizmente ficamos à mercê desses que detém o poder para realizarmos algumas coisas. As vezes é difícil. Criamos uma expectativa em realizar algo com a ajuda de alguém e nem sempre é possível. É frustrante. 
Gostaria de fazer tanta coisa, colocar tantos projetos em prática, mas infelizmente, sozinho isso não é possível.

Estudei então várias formas de realizar essa vontade. Montei grupo de discussão presencial com alguns amigos. Pensamos em criar uma ONG para que ela pudesse nos dar legitimidade para a realização de alguns projetos. Procurei individualmente políticos e empresários, mas nada disso foi suficiente.

Encontrei então, na política partidária, um alento para conseguir o que eu quero fazer pela cidade. Resolvi então tomar partido. Escolhi a dedo uma legenda para me filiar e decidi pelo PSB – Partido Socialista Brasileiro. Escolhi esse partido não só pela ideologia, mas por entender que aqui na nossa cidade, ele é neutro. Nem situação e nem oposição. Assim, podemos definir com maior independência qual caminho iremos seguir com ele. 
Infelizmente em Cataguases, tendo vida partidária, dificilmente seremos neutro. Teremos que tomar partido de alguma coisa, ou de alguém. Isso é normal na política.
 
E quando se toma partido, deixa-se de ser independente. Deixa-se de ser imparcial. Eu procuro ser justo e imparcial. Faço tudo que faço com paixão e por acreditar naquilo que faço, caso contrário, não serei eu. Sendo assim, entrei nesse projeto partidário com paixão e por acreditar nele, e certamente terei em algum momento que tomar partido.
 
Quando fui convidado para escrever aqui, a condição foi essa. De que não haveria Censura (por isso o nome da coluna, Sem Censura), ou seja, eu poderia falar o que eu quisesse, doesse a quem doesse. E foi sempre assim. Não tive uma única vírgula alterada pelo editor. Nada. Nunca submeti um único texto à aprovação prévia e tão pouco combinei algum tema. Escrevi o que quis, e tudo foi publicado.

Uma preocupação que tivemos também foi a de não sermos defensores de A ou de B, falava o que tinha que ser falado dentro do tema que adotava.
Vivemos em uma cidade onde se você fala de A é porque você é a favor de B e vice-versa. Então quando você é de um partido, você será a favor de A ou de B. Essa é a máxima que impera e não necessariamente está errada ou certa. Só o tempo e as ações é quem dirão.

O fato é que esse site sempre teve a preocupação de ser independente e não ser um espaço para defender A ou B e, pensando em mantê-lo nessas condições, eu e o Marcelo decidimos que agora que tomei partido, seria prudente que essa coluna desse uma pausa. A decisão foi em conjunto, totalmente transparente e amigável, de modo que isso não é um adeus, mas sim, um até breve.

Antes de ir, quero fazer duas considerações.
 
A primeira é em agradecimento ao Marcelo pelo convide e pelo espaço dado. Foram 6 meses com o desafio de toda semana escrever um texto. Foi muito desafiador para mim ter criatividade para escrever tanto, e muito prazeroso ter o retorno dos leitores. Seja aqui nesse espaço, seja no facebook e até mesmo na rua. Experiência sem igual. Fica aqui então o meu muito obrigado.
A segunda, eu só iria fazer mais para dezembro, mas como não estarei por aqui, CRUZEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO 2013. Desculpem-me não resisti. 

Abraços amigos, até breve. 


Autor: Alexandre Soares Campos

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A repentina reviravolta no cenário político nacional pode afetar diretamente Cataguases. 

A ida de Marina Silva para o PSB de Eduardo Campos mudou completamente o cenário da disputa à presidência da república em 2014. A verdade é que ainda não sabemos quem ganhou ou quem perdeu com isso, mas o fato é que na modesta visão desse colunista, esse cenário poderá ter impacto direto em Cataguases e portando, é mais do que necessário uma união em torno de nossa cidade.

A candidatura de Eduardo Campos à presidência da república é fato consumado para o PSB, é irreversível. Os dois principais candidatos até então, Dilma e Aécio Neves trataram de puxar a sardinha para o seu lado. Cada um dizendo ser ótimo que isso tenha acontecido. A equipe da presidente disse que quanto menos candidatos melhor pra ela, pois pulverizam menos os votos e até apostam em uma vitória no primeiro turno. Por outro lado, Aécio diz que é bom, pois a oposição aumentou ao governo do PT. 

Ainda é cedo para sabermos realmente qual será  o impacto que essa mudança terá no cenário nacional. Porém, arriscaria dizer que o segundo turno é certo. Se a presidente Dilma for com Eduardo Campos, certamente Aécio irá apoiá-lo, e as coisas podem se complicar pro lado do PT. O contrário, eu não diria que seja recíproco, já que até pouco tempo atrás o PSB fazia parte do governo. 

Com a candidatura certa de Eduardo Campos, as coisas em Minas é que podem se complicar para Cataguases. PSDB e PSB são parceiros em Minas, tanto que o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda que é do PSB foi eleito com a ajuda do então governador Aécio Neves. Eduardo Campos precisará de palanque em Minas para o seu projeto de ser presidente, portanto, é quase certo também que o PSB estará na composição de alguma chapa majoritária em Minas.

Acho pouco provável que o PT ganhe o governo de Minas, o que poderia ser benéfico para o prefeito, que é do PC do B, e aliado histórico do PT. Minas deve ficar com o PSB ou PSDB, senão com os dois.

Caso aconteça uma zebra (do ponto de vista do prefeito) e o PT perca o governo federal, ai sim, poderia azedar de vez a coisa para a nossa cidade. 

Qual é a saída então?

Qualquer que seja o cenário, na minha modesta visão, Cataguases precisa se unir em torno de no máximo 2 candidatos a Dep. Estadual, e no máximo 3 a 4 deputados federais. Precisamos ter representantes legítimos, comprometidos não só com Cataguases, mas também com a região da zona da Mata, para que possamos ter verbas e voz junto aos governos estadual e federal. 

Temos que olhar para o futuro, sem querer ser profeta da tragédia, mas sendo precavidos. É hora de olharmos não para o que é bom para cada um, mas sim, o que é melhor para a cidade e sua população. Ainda falta 1 ano para as eleições, mas penso, que está na hora dos nossos políticos se articularem para o bem de nossa cidade.


Autor: Alexandre Soares Campos

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05/10/2013 às 15h31m


Cadê o site da Prefeitura?

Se o leitor procurar (caso ainda não esteja gravado no seus favoritos) irá facilmente achar o site da prefeitura no Google (ou qualquer outro site de busca). Fisicamente o site existe, com endereço (url) e registros, mas é como se não tivesse nada. Aliás, era preferível ter um desenho dizendo Site em Manutenção do que ter o que se vê lá. 

É impressionante que depois de 9 meses de administração ele esteja na situação em que se encontra. Lamentável. Estão subestimando a importância dessa ferramenta.

Imaginem um empresário que passe pela BR 116, passando perto de Leopoldina vê a placa de Cataguases. Ele chega na sua empresa e fica curioso sobre a cidade. O que será que tem lá? Será que é uma boa cidade para investir? Para passear com a família? E qual é o primeiro lugar que ele irá pesquisar? No site da prefeitura é o mais óbvio. E o que ele encontra? NADA. Nada que possa satisfazer sua curiosidade. 

A falta de informação é tamanha, que nem o nome do prefeito você acha por lá. Verificar a agenda do prefeito nem pensar. Você acha o nome de todos os secretários, menos o nome do prefeito. Aliás, o nome do secretário de Saúde já está desatualizado.

O portal da prefeitura é o cartão de visitas hoje de qualquer cidade. É lá que, não só o cidadão local, mas os de fora, irão buscar informações. E ele pode ser muito útil à cidade. Não só por dar as informações que o cidadão precisa no seu dia a dia, como por exemplo, leis da cidade, orientação sobre serviços, como também poderia disponibilizar serviços online como emissão de segunda via de IPTU, guias de recolhimento de taxas, solicitação de serviços, etc.

Além disso, poderia auxiliar o turista que deseja visitar a cidade, com locais a serem visitados, onde se hospedar, onde comer. Pontos de comércio de artesanato, museus, festas, eventos, etc.

Por falar em festas e eventos, só se sabe sobre eles quando já aconteceram. Notícias velhas com pouca utilidade. 

No desenvolvimento da cidade também é muito importante. Pode conter informações para investidores sobre a economia local, trazendo dados sobre a cidade que possam motivar a vinda de novos empreendimentos, como o que a cidade tem de pontos fortes e motivos que levariam alguma empresa a investir aqui.

Claro, não poderia deixar também de ser o canal oficial de comunicação da prefeitura com a população na internet. Não há meio de comunicação mais rápido, eficiente e econômico do que a internet. A informação é dada em tempo real, sem intermediários e sem distorções. Hoje o que vemos na cidade são as notícias correrem primeiro pela chamada "Rádio Peão" ou da Boca Maldita. 

Vemos cada secretária arrumando o seu jeito de se comunicar. Sem um padrão, sem critérios, sem passar pela assessoria de comunicação. O pior de tudo, é que assim, não há garantia da eficiência da comunicação, já que não é possível medir, por exemplo, a quantidade de pessoas que está sendo atingida. Ou seja, pode ser que estejam se comunicando com ninguém.

O lado político também poderia tirar proveito do site, já que poderiam ser destacadas todas as realizações do executivo, informando a todos o que está sendo feito em todo o município. Esses dias fui a um evento com a presença do prefeitão, onde ele falou sobre algumas realizações em alguns pontos da cidade que ninguém sabia. Algumas realizações nos distritos, que eu duvido que pessoas do próprio distrito saibam.

O site da prefeitura deveria ser o site mais visitado da cidade. Onde as pessoas deveriam encontrar tudo o que acontece na nossa cidade. Porém, comunicação não parece ser o forte dessa administração. Estou falando isso aqui desde o início da administração e ninguém tomou nenhuma providência. Depois não reclama.


Autor: Alexandre Soares Campos

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28/09/2013 às 07h54m


Nada está oculto.

Já falei aqui e repito novamente, estamos de olho em tudo o que acontece e a informação é mais dinâmica do que nunca. Nada ficará sem resposta no mundo político. Os políticos de hoje precisam entender que as informações são públicas. O povo passou a ter acesso a dados através da lei da transparência. Também não adianta ir em outros meios de comunicação, como as rádios, falar as coisas e achar que não serão confrontados. O mundo mudou. O povo acordou. Hora de alguns acordarem também.

Esta semana três casos chamaram atenção e neste sábado teremos mais novidades no governo.

Sábado passado o ex-prefeito William foi a uma rádio da cidade falar sobre vários assuntos, dentre eles o IDAIC, ao qual irei me ater. Ao ser questionado pelo mediador do programa sobre as falas do Dr. Tarcísio na inauguração do IDAIC onde o mesmo disse que foram justamente dois professores que deixaram o IDAIC acabar, referindo-se aos governos da Maria Lúcia e do William Lobo, o ex-prefeito, disse que não reformou o IDAIC por que não podia. Segundo ele, o IDAIC não pertencia mais ao município e não poderia fazer reformas lá. Também questionou a origem dos recursos financeiros para tal reforma e com a ajuda da sua ex-secretária de Educação, disse que se os recursos fossem provenientes do FUNDEB estaria sendo usado de maneira irregular.

Na terça-feira passada, eu e o Rodrigo Amaral, profissional que trabalha no IDAIC estivemos no mesmo programa de rádio para esclarecer algumas coisas. Na lei de doação do IDAIC para o CEFET/MG há um artigo onde diz que o CEFET só terá direito definitivo do IDAIC após 10 anos de atividades ininterruptas. Como nada foi feito até hoje, o terreno já é do município novamente. Além disso, é bem claro também que não foi todo o terreno doado, mas apenas a parte da escola Antônio Ribeiro Barroso totalizando sete hectares. A escola São José que faz parte do Sítio da Lage, onde está o IDAIC, não foi doada. Então a administração passada não fez nada lá porque não quis.

As verbas utilizadas para a reforma foram provenientes de recursos próprios, já que o município tem que investir 25% da sua arrecadação em educação. Porém, nada impediria de se utilizar o FUNDEB, pois ele pode ser usado para reformas de instalações físicas. Basta pesquisar no Google a frase Dúvidas Frequentes sobre o FUNDEB. 

Outro assunto que veio à tona esta semana foi o contrato entre a prefeitura e o vereador Serafim Spíndola. Uma foto do portal da transparência da prefeitura foi postada nas redes sociais onde mostra que o vereador recebeu dinheiro da prefeitura. 

Na terça-feira passada, na sessão da Câmara esse assunto foi colocado em pauta pela mesa diretora. No caso, aquela casa recebeu do ministério público um ofício informando dessa relação e solicitando providências. A história quase todo mundo ai já sabe. 

Nesta sexta-feira, um caso parecido veio à tona em relação ao vereador Aquiles Branco, onde também aparece no portal da transparência um pagamento realizado a ele pela prefeitura. Porém, nesse caso, não há contrato firmado, já que o pagamento foi devido à ele pela Lei Ascânio Lopes, no qual o então escritor Aquiles Branco participou da licitação e teve sua obra aprovada para receber recursos da lei. 

Nesse sábado o prefeitão irá conceder entrevista a uma rádio da cidade, e dentre outras coisas deve anunciar mudanças na secretaria de saúde. Porém, nas redes sociais e sites da cidade, já se sabe até mesmo quem será seu substituto. 

O que eu quero chamar a atenção nessa coluna deste sábado, é o que comecei falando lá em cima. O político de hoje precisa se enquadrar e se adaptar à nova era da informação. Não adianta falar A, sabendo que é B e achar que ninguém irá saber. Antigamente isso era fácil. A comunicação via rádio ainda permite um pouco disso, já que não há interatividade entre o programa e o público. A pessoa fala o que quer e dificilmente terá alguém ali na hora para contradizer. Mas as redes sociais estão ai para dar voz ao povo. Não há mais afirmação que não possa ser contraditada ou esclarecida.  

O povo está ávido por políticos que tenham o compromisso com a verdade, com a lisura e transparência no trato da coisa pública e o erário. Cada vez mais o povo terá ferramentas de controle e fiscalização, e a conta virá nas urnas para aqueles que acharem que ainda podem enganar a população.

Viva essa nova era.


Autor: Alexandre Soares Campos

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21/09/2013 às 08h03m


Economia é possível.

Recentemente a prefeitura efetuou diversas demissões com a justificativa de economizar. Enxugar a folha de pagamento é apenas uma das formas de se fazer economia. 

Quero fazer um parêntese aqui. É engraçado como às vezes a gente tenta comparar a administração pública com a privada. Em muitos casos, na iniciativa privada, a primeira coisa que o gestor faz para reduzir custos é demitir. Isso eles copiam. Porém, as outras boas iniciativas nunca são copiadas.

Demitir, a meu ver, deve ser um processo feito após uma outra série de ações realizadas pelas empresas (não importa se pública ou privada), com critério e sem prejudicar a prestação de serviço, em especial, nos casos das administrações públicas. 

No caso de Cataguases, o tiro parece que saiu pela culatra. Além de estar tendo que chamar de volta os demitidos, futuramente ainda terá que pagar alguma indenização, ou seja, o que era para reduzir custo, vai aumentar.

Bom, mas gostaria de dar uma pequena sugestão ao nosso prefeitão se ele me permite tamanha ingerência e audácia da minha parte.

Nas administrações modernas não há como reduzir custos sem falar em tecnologia. Investir em tecnologia é caminho para a redução de custos. Quando falo de tecnologia é possível abrir várias frentes nessa área. Vou citar alguns exemplos.

1 – Sistemas. Investir em sistemas com funcionalidades que reduzam o tempo de uma atividade, que automatizem processos e consequentemente reduzem o número de pessoas necessárias para executar a mesma atividade.

2 – Tecnologia VOIP. Para quem não sabe, VOIP é a abreviação de Voz sobre IP, ou seja, voz (telefonia) na internet. Isso reduziria muito o custo com telefonia.

3 – Comunicação interna com MI (Mensagens Instantâneas), como MSN, SKYPE, e tantos outros, visando uma comunicação mais ágil e redução de custos com telefonia, deslocamento de funcionários de um local ao outro. Poderíamos incluir ai as vídeoconferências para reuniões do governo. Evita-se o deslocamento e reduz o gasto com combustível, além de otimizar o tempo das pessoas envolvidas.

4 – Utilização de certificados digitais e documentos eletrônicos. Já é possível e legal, a utilização de certificados digitais para garantir a legalidade de um documento. Assim pode-se reduzir o custo com impressão de documentos. Principalmente em questões internas, como comunicados, comunicação, etc.. Podem apostar. Essa é uma ação que gera uma grande economia. 

5 – Serviços pela WEB. Investir no site da prefeitura e levar aos cidadãos via WEB os principais serviços oferecidos pela prefeitura. Isso reduz o custo de impressão, pois o usuário pode imprimir os formulários em casa, além de reduzir o número de pessoas nos postos de atendimento, reduzindo também o número de servidores empregados para este fim.

Bom, esses são apenas alguns minguados exemplos que citei, mas poderia colocar aqui pelo menos mais uns 5 ou 10. Só para mostrar que demitir não precisa ser o primeiro caminho a ser adotado e que com um pouco de criatividade, vontade e investimento pode-se encontrar novos meios de se fazer economia.

É preciso modernizar a administração, mas como, se nem computador na sua mesa o nosso prefeitão tem?


Autor: Alexandre Soares Campos

Tags relacionadas: economia - administração pública - demissões


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14/09/2013 às 09h26m


Dá 10 pra eles.

Se o leitor tiver a paciência de procurar nesse mesmo site lá no início das minhas colunas, ou boa memória, irá lembrar de que teci várias críticas ao legislativo por falta de ações que considero relevantes.

Pois, hoje, serei breve neste texto para fazer uma justa homenagem à Câmara de Vereadores de Cataguases que merece um 10 pela última sessão. Lá estiveram os secretários de Serviços Urbanos, Nicolau Siervi, e o de Obras Alberico Siqueira, ambos atendendo a um convite para explanarem como está sendo feita a fiscalização e acompanhamento das obras realizadas pela COPASA. 

O que se viu, a partir daí, foi o que me levou a dar 10 àquela Casa, pois vi uma união entre os vereadores, tidos de oposição e os de situação em torno de um só interesse, que é um dos verdadeiros objetivos do Legislativo: Defender os interesses da população. Foi isso que vimos na atuação de vários vereadores. Destaque para Walmir Linhares, Antônio Beleza, Titoneli, Serafim e Maurício Rufino, este último colocou o Secretário de Obras em uma saia justa, ao receber como resposta à sua afirmação sobre a qualidade das obras, que ele deveria perguntar à COPASA. O vereador então chamou o secretário à sua responsabilidade, dizendo que se a prefeitura não tem legitimidade para cobrar, estamos, então, perdidos.

O serviçodas empreiteiras, apesar de ser uma contratação da COPASA, também deixa claro que a responsabilidade de fiscalizar, é sim da prefeitura. Os vereadores foram unânimes em apoiar a comissão de Obras do Legislativo na iniciativa de acompanhar de perto o serviço destas empreiteiras. É isso que o povo espera: Compromisso verdadeiro com a cidade.Diferente das últimas sessões em que houve até censura verbal, a última foi harmoniosa. Vereadores em uma mesma sintonia jamais visto nessa legislatura. 

A nota 10 também vai por conta de terem escutado os "gritos" das redes sociais que pediram a diminuição do recesso parlamentar. Os nobres vereadores diminuíram de 90 para 45 dias. Vale ressaltar que esse recesso não é férias, mas apenas uma pausanas sessões da Câmara. E em breve também estará em pauta o fim do voto secreto, o que também é uma reivindicação, não só das ruas, mas das redes sociais.

Espero que esse novo clima que imperou na última sessão seja uma constante, e que aquela Casa possa estar se unindo no que de fato interessa: O povo a cidade. Na última coluna pedi união por Cataguases a fim de fazermos um deputado estadual. Penso que pode vir da Câmara essa iniciativa. Pensem nisso nobres vereadores.


Autor: Alexandre Soares Campos

Tags relacionadas: câmara municipal - vereadores - nota 10


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Perfil

Analista de Sistemas, pai de família, cidadão preocupado e comprometido com o bem estar da cidade e que escolheu Cataguases para viver.

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